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Pense positivo Insista no pensamento positivo

motivação vem do pensamento. Cada ação que temos é precedida por um pensamento que inspira essa ação. Mas, quando deixamos de pensar (devidamente), perdemos a motivação para agir. Eventualmente caímos no pessimismo e miserabilismo, e isto leva-nos a pensar ainda menos. E assim sucessivamente. Uma espiral descendente de negatividade e passividade, alimenta-se dela mesma como uma sanguessuga. Grande parte de nós passamos o nosso tempo de vigília em automático, como se estivéssemos a sonhar,  onde esse sonho se desenrola sem a nossa consciência debitar o quer que seja. Fazemos mais um dia as mesmas coisas da mesma forma, com o mesmo ritmo, criticamos os outros e a nós mesmos com as mesmas frases, como se tivéssemos decorado o guião de um peça de teatro e a fossemos recitando, dia após dia.


O REVERSO DA MEDALHA DOS NOSSOS HÁBITOS INSTITUÍDOS



Grande parte das nossas rotinas sedimentaram-se na nossa vida por nos serem úteis, por nos servirem e nos facilitarem a quantidade de coisas que fazemos. Sentimo-nos confortáveis a fazer aquilo que sempre fizemos, aquilo que nos é fácil, que fazemos sem ter que prestar atenção. Podemos chamar a este processo, os nossos hábitos instituídos. Até aqui, tudo muito bem! Mas, se alguns desses hábitos passaram a não ser adequados, prejudicam-nos, incapacitam-nos ou impedem de sentirmo-nos bem, de sermos apreciados pelos outros, de sermos aceites em sociedade, ou nos impedem de atingir os nossos sonhos e objetivos? Se nos toldaram a criatividade, a perspicácia, a vontade de aprender, de olhar a vida por outras perspetivas e alternativas?
Os nossos hábitos instituídos podem passar a ser a nossa maior dor de cabeça. Habituarmos a eles por um processo de repetição até chegarmos ao ponto de julgarmos que nós somos mesmo assim, que isso faz parte da nossa personalidade. Mas, nada poderia estar mais errado. Só julga ser assim porque fechou a janela das possibilidades, das alternativas, da consciência, de pensar acerca das coisas, das suas coisas, daquilo que  quer e que não quer. Se continuarmos a percorrer os trilhos da vida num estado “adormecido”, muito provavelmente iremos atingir um ponto de cristalização do nosso pensamento, perdemos a flexibilidade de pensamento e criamos uma inclinação mental desadequada.
Vejamos o seguinte exemplo: Digamos que uma pessoa com uma inclinação mental para o pessimismo levantou-se num sábado de manhã e colocou na sua ideia que tinha de arrumar e limpar a garagem. Dirige-se à garagem, abre a porta e fica chocado por ver a quantidade de lixo e desarrumação. “Esquece isso” Diz o pessimista no maior dos lamentos. “Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” Perante esta situação e num estado mental de incapacidade, fecha a porta da garagem e volta para outra divisão da casa para fazer outra coisa qualquer.
Os pessimistas têm um pensamento de “tudo ou nada”. Têm um pensamento catastrófico e absolutista. Ou fazem as coisas de forma perfeita ou não fazem. Vejamos como é que o otimista enfrentaria o mesmo problema. Vamos assumir que até dizia a mesma coisa: “Esquece isso”. Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” No entanto, uma grande diferença entre o pessimista e otimista saltaria à vista. Ao invés de voltar para casa, o otimista continuaria a pensar. “Pronto, não consigo limpar toda a garagem, mas ainda assim, o que é que eu posso fazer?” Ele pensa durante um pouco, e tem a ideia de dividir a garagem em 4 secções e limpar apenas uma nesse dia. “De certeza que consigo limpar uma secção, e se limpar uma parte por semana, certamente até ao final do mês consigo limpar toda a garagem”. Ao fim de um mês os cenários serão diferentes: O pessimista terá a garagem numa desgraça e o otimista uma garagem limpa.

O SABOTADOR INTERNO


O pessimista tem uma inclinação mental para pensar de forma desanimada ou que não consegue fazer nada, que as coisas não valem a pena, desiste de pensar positivo muito rapidamente. Na grande maioria da vezes o pessimista é um desistente crónico, foca-se nos piores cenários e não acredita que as coisas possam dar certo. A estes aspetos negativos do programa mental do pessimista podemos chamar de sabotador interno. É um sistema auto-perpetuador de conexões entre as células cerebrais, uma presença neurológica que parece ser tão intrínseca a nós, que normalmente não temos consciência da sua influência. O sabotador interno é uma consequência da forma como você pensa acerca das coisas. Pode ser muito difícil  desaprender aquilo que aprendeu e julga ser parte de você, mas é possível.
Sabemos que um músculo se desenvolve através do esforço repetido. Se você deixar de o usar, se parar de o exercitar, as conexões entre as células musculares irão enfraquecer. Assim, acontecerá com os vários aspectos da sua inclinação mental, do seu sabotador interno. Assim que você o identificar, e inibir essas ideias e comportamentos, as conexões entre as células cerebrais irão diminuir, perdendo a sua força, enfraquecendo a sua inclinação mental pessimista. Para aprofundar mais um pouco este tópico, 

ESPECIALIZAÇÃO NEURONAL

O nosso cérebro especializa-se através de um processo de repetição de comportamentos, através do reforço de grupos de redes neuronais. Na infância à medida que vamos enfrentando os desafios e dificuldades da vida, vamos colocando em acção algumas formas de lidar com as situações. Algumas destas estratégias funcionam e são retidas. O sabotador interno nasceu.
Por exemplo, se uma criança é criticada pelos seus pais, a estratégia de lidar com a situação pode ser agir “erradamente” dado que esta é a única forma da situação lhe fazer sentido. Ela irá desenvolver comportamentos “errados” para dar razão aos seus pais. Uma criança que é ignorada pode achar que só terá atenção quando está doente, assim, a doença, queixas somáticas ou pequenos acidentes tornar-se-ão num mecanismo de enfrentamento inconsciente. A criança “aprendeu” a ser um falhado, aceitar a crítica e a ter relacionamentos sem apoio. Estas estratégias, até podem ter funcionado na infância para diminuir a fúria da mãe, mas certamente serão disfuncionais na adultez. A dura realidade, é que estas estratégias tornaram-se a sua “especialização” desenvolvida para lidar com um conjunto particular de circunstâncias.
Se registássemos uma possível lista dos comportamentos auto-sabotadores desenvolvidos através dos mecanismos de lidar com as situações, ficaria algo do género:
  • “Eu assumo que vou falhar, por isso não tento.”
  • “Eu comporto-me como se nada de bom me aconteça.”
  • “Eu dificilmente confiarei em alguém.”
  • “Eu critico os outros e acho que os outros me criticam.”
  • “Eu acho difícil fazer amigos.”
  • “Eu rejeito as pessoas que são boas para mim ou que me tentam ajudar.”
  • “Eu evito confrontar-me com situações  em que as pessoas me possam julgar.”
Este é apenas um exemplo como o nosso sabotador interno se desenvolve. Estas especializações infelizmente não se ficam apenas pela infância, podem sedimentar-se em qualquer altura da nossa vida. Tal como esta criança, também nós nascemos com a capacidade para aprender um conjunto quase ilimitado de respostas comportamentais. Importa referir, que a especialização neuronal formada pelas nossas reações a situações sobre as quais não temos controlo, limita-nos severamente as nossas opções
Para testemunhar uma das mais profundas ilustrações da efetividade prática do otimismo na história da América, você tem de relembra-se do filme, Apollo 13, ou então visioná-lo. Para além do trabalho de trazerem os astronautas do outro lado da lua ter sido assustador e esmagador, o desafio foi realizado em pequenas tarefas de cada vez. As pessoas que estavam no controlo da missão em Houston e que salvaram os astronautas, conseguiram esse feito extraordinário porque mesmo perante a “impossibilidade” dos problemas tecnológicos, eles continuaram a pensar positivo. Eles nunca desistiram. Procuraram por soluções parciais, e declaram que iriam agarrar-se a essas soluções parciais e trazer os seus homens em segurança para casa.

UM TESTEMUNHO DO VALOR DO PENSAMENTO POSITIVO

De acordo com a abordagem da psicologia positiva, pensar positivo não se resume de forma alguma apenas a afirmações positivas ou de capacidade. Estas podem formar a base da intenção daquilo que se quer e pretende que aconteça. Mas,  provavelmente a estratégia que mais conta, é a estruturação de um encadeamento de acções que suportadas pelas afirmações irão expressar as forças, valores, objetivos e crenças adaptativas da pessoa ou grupo de pessoas. As pessoas que pensam de forma otimista, capacitadora e positiva, escolhem fazer um uso diferente da imaginação humana. A imaginação que cada um de nós possui deveria ser usada, não para fugir à realidade, mas para a criar.
Não hesite em pensar, não hesite em pensar positivo. Não se deixe levar pelos caminhos vincados (inadequados) da sua mente. Desperte, acorde, fuja à rotina da sua inclinação mental para a desistência. Resista à sua paragem de pensamento para a solução, insista na busca de possibilidades e caminhos alternativos, persista na reestruturação do seu pensamento positivo.

Segundo pesquisas, falar sozinho é uma característica marcante de pessoas inteligentes

Pessoas que falam sozinhas, muitas vezes podem ser confundidas com pessoas loucas. Se você vê alguém na rua falando sozinho, a primeira reação é pensar que ela consumiu algum tipo de droga ou está sob a influência de álcool. No entanto, essas pessoas podem ser verdadeiros gênios.
Pensar em voz alta ajuda a perceber o que você está pensando, porque dá sentido às coisas. E isso foi demonstrado em gênios reconhecidos como Albert Einstein: alguns de seus arquivos enfatizam que ele pensava muitas coisas em voz alta.
Um estudo feito pelos psicólogos Daniel Swigley e Gary Lupyan do “Quarterly Journal of Experimental Psychology” concluiu que falar o que está pensando é uma característica marcante de uma pessoa inteligente. Para chegar nessa conclusão, eles fizeram um experimento onde pediram para 20 pessoas procurarem em um supermercado uma fatia de pão ou uma maçã. Aqueles que se lembravam da palavra em voz alta sempre chegavam mais rápidos nos objetos.
Eles acreditam que isso acontece porque quando dizemos as coisas em voz alta, nós ajudamos a nossa memória a funcionar mais rápido e tornamos as coisas mais tangíveis. No entanto, eles salientam que este método só ajuda quando você sabe o que você precisa e se você estiver familiarizado com a aparência do objeto. Por que? Porque as propriedades visuais ativas do seu cérebro são a parte que lhe ajudam a encontrá-los. Por o outro lado, se você não sabe o que procura e falar isso em voz alta, você vai se confundir mais.

As pessoas aprendem como um bebê ou criança quando falam em voz alta. Elas precisam ouvir suas próprias vozes para aprenderem a usá-las. Os especialistas acrescentam que esta prática ajudar a organizar os pensamentos e acalmar os nervos. Você pode ser o seu próprio terapeuta desde que você verbalize os seus próprios problemas e ajude o seu cérebro a resolve-los .
Outra vantagem é que isso ajuda a cumprir os seus objetivos, porque você se concentrar mais e reforça a mensagem em seu cérebro, controlando suas emoções e distrações. Isso ajuda a colocar as coisas em perspectiva e motiva você a alcançá-los

Aos verdadeiros amigos



Os verdadeiros amigos, companheiros de jornada são aqueles que se atraem desinteressadamente, para eles não importa a condição financeira, o dinheiro, o que tem valor real é a lealdade, a empatia, a honestidade. Os amigos de vardade suportam todas as adversidades que a vida pode proporcionar, aprendem a perdoar os pequenos erros e a consolar no momento de dor. Você tem um amigo de verdade, um companheiro, um parceiro em quem confia e pode contar, então compartilhe com ele esse vídeo de amizade e companheirismo, ele vai se emocionar.

Vídeos com histórias de companheirismo e amizade

"O distintivo do amigo é ser amigo do amigo do seu amigo e inimigo do inimigo do seu amigo." (Ibn Al-Mukafa). Ter um amigo é ter uma porta aberta para novas oportunidades, através de um verdadeiro amigo podemos aumentar nossa rede de relacionamentos, conhecendo novas pessoas, e principalmente, conhecendo quem devemos evitar, quem devemos tomar cuidado, pois um amigo é cultivado e um não amigo ou inimigo é difamado. Videos de amizade, companheirismo para enviar para essas pessoas especiais que você chama de AMIGO.

Tudo nosso periferia no centro

A décima turma do programa Correio de Futurodeu um mergulho nas periferias de Salvador. Seja no compasso ternário da valsa ou na batida frenética de um paredão de som, a periferia vibra. Não é preciso questionar se é favela ou orla. Quem não é, não se mete. #TudoNosso 


PERIFERIA NO CENTRO

Seja no compasso ternário da valsa ou na batida frenética de um paredão de som, a periferia vibra. Do alto de uma laje ou no corre-corre para pagar o fiado do mercadinho da esquina, há gente que se ajuda para resguardar os seus. Na periferia tem mãe que espera preocupada o filho voltar, mas também tem menino correndo descalço na rua ou soltando arraia no alto do morro. Nesses espaços, que por vezes rompem a lógica da arquitetura, não é preciso questionar se é favela ou orla. Como diz o pagode de Edcidy, “quem não é, não se mete”.
A periferia não é só o que é distante do centro urbano. Ela se define melhor nas regiões com pouca ou nenhuma estrutura e sem serviços urbanos básicos. E ainda tem periferia que também é favela. Para o IBGE, favelas são “conjuntos de, no mínimo, 51 residências carentes de serviços públicos essenciais, que ocupam terreno de propriedade alheia e estão dispostas de forma desordenada e densa”, ou seja, invasões. A esses espaços restam os estigmas da desordem social e do lugar violento, alimentados, muitas vezes, pela cobertura das páginas policiais dos jornais.

O especial Tudo Nosso convida a imergir no dia a dia da periferia e a conhecer suas diferentes gentes e histórias. A 10ª turma do Programa CORREIO de Futuro quis dialogar com uma realidade desconhecida para boa parte dos alunos e também de leitores. “Tudo Nosso” é uma expressão utilizada no cotidiano das comunidades retratadas aqui, que sintetiza a união das pessoas que vivem nesses ambientes. É uma forma de dizer que estão juntas e que são capazes de compartilhar suas qualidades, independentemente dos problemas.
Este especial foi produzido por dez alunos do CORREIO de Futuro, ao longo de três meses. A turma é formada por estudantes de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana (FAT), União Metropolitana de Educação e Cultura (Unime) e Faculdade Social da Bahia (FSBA). O programa é realizado pelo CORREIO, em parceria com a Faculdade Social da Bahia (FSBA) e tem o patrocínio da Odebrecht.
Mais informações Fonte:http://www.correio24horas.com.br/blogs/tudonosso/

"Tira - Codinome Perigo" - Os Melhores do mundo




Descrição:
“Tira Codinome Perigo” é um dos nossos maiores sucessos. Remonta a 1994, quando essa companhia era feita apenas de crianças divertidas, de sonhos, de muita alegria e, naquele momento então, Adriana Nunes dirigiu o espetáculo chamado “Tira Codinome Perigo” protagonizado por Ricardo Pipo, que ali está.
É um apanhado dos clichês do cinema americano. Tudo que aprendemos na sessão da tarde, sessão aventura, que entretinha. E esses filmes tem uma linguagem que só existe nas dublagens de filmes em português. Por exemplo, o cara entra no bar e pede um drink: “me vê um drink”. Aí o garçom já entrega imediatamente, não pergunta qual é. As pessoas entram e saem de taxi e não pagam. Existe o famoso “peguem-no”, “alcancem-no”. Ninguém fala isso. E essa expressão mesmo de chamar policial de “tira”, isso só existe no cinema. Tira é uma expressão nascida da dublagem para português para caber no síncrono né: “cop”. Tem que falar rapidinho, não caberia “policial”, então botaram tira. E aí pegamos todos esses clichês e fizemos o que a gente faz de melhor que é besteira, fazer rir, bobagem.

A história básica é o policial que perde o parceiro…

… e aí é tirado o distintivo dele, ele não pode mais atuar…
… e ele quer fazer justiça pelas próprias mãos e tal.

Cada vez que é remontado um espetáculo ele traz novidades da atualidade, do cenário político, que tem sido extremamente generoso com os humoristas. Então a gente pega o que está acontecendo e incorpora ao texto e isso rende muitas cenas legais, divertidas. Há identidade imediata com a platéia e com o momento político atual lamentável.”

Uma história de determinação e força de vontade. Conheça a história de...

Este vídeo é muito inspirador sem dúvida  Mostra-te como deves encarar a vida e ser forte a todas as adversidades, no fundo é uma pequena brincadeira, mas ao mesmo tempo muito realista. Nunca desistas de nada, luta e até os teus maiores problemas poderão ser ultrapassados. Nada é impossível mesmo quando parece irreversível, acredita não o é 😉   
 Deixa o teu gosto a este ratinho corajoso!



Essa semana tivemos o prazer de receber uma mensagem do Gerson Saldanha. A história dele é muito bacana. O Gerson veio da Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro, com sua determinação e força de vontade ele conseguiu não apenas uma bolsa de intercâmbio em universidades nos EUA, como também mais uma para estudar 15 dias em Londres. Confira a história do Gerson, contada pelo próprio. :)
“Meus pais sempre me contaram sobre como escolheram o meu nome. Depois de muita indecisão, chegaram a GERSON. Meu pai se amarrou, porque era o mesmo nome do Gerson Canhotinha De Ouro e ele queria que eu fosse jogador, igual ao ídolo. Mas eu era horrível! Sabe aquele moleque que você deixava de escolher quando tirava time de futebol?

Esse era eu. Minha mãe gostou do nome também, porque soava bem e tinha vibração legal quando falado. O real significado do meu nome é “Peregrino”, “viajante” ou “aquele que está sempre pisando em terra estrangeira”. Nasci na Baixada Fluminense, filho de um pedreiro e de uma dona de casa que sempre me incentivaram muito a estudar, a ir além do que os meus olhos pudessem ver. Lembro que no terceiro ano do Ensino Médio, ouvia os colegas de colégio bradarem nos corredores frases do tipo “Estou doido para terminar o Ensino médio e não estudar mais”. Eu e alguns outros queríamos entrar para a faculdade.
Ganhamos isenções e prestamos vários vestibulares. Meus sonho era passar para Relações  Internacionais, porém muita gente dizia que um curso de “playboy”, “caro” e, se eu passasse, teria que enfrentar três horas de condução diariamente para chegar ao Centro do Rio.
Ao terminar o Ensino Médio, como não tinha conseguido nada, fui para a Marinha e morei um ano em Vila Velha, Espírito Santo. Quando voltei, reacendi a chama dos estudos. Consegui desconto em uma faculdade, mas mesmo assim, utilizava quase todo o dinheiro que ganhava no quartel e não sobrava nem pra passagem.
Tranquei. Consegui outro desconto, em outra faculdade, mas aconteceu o mesmo e para completar, fui selecionado para um curso de barbeiros da Marinha. Tranquei de novo. Fui designado para trabalhar na barbearia da Escola Naval. Nesse momento, enfim, consegui uma bolsa integral, para o curso que sempre quis. Um dia, levando o jornal para a barbearia para os clientes lerem, encontrei uma chamada para um concurso de redação que daria bolsas de intercâmbio em universidades nos EUA e no Canadá.
Participei e ganhei. Fui para Olympia, Washington, EUA e passei lá 3 semanas eu mudaram a minha vida. Um dia, conversando sobre como mudar o mundo com um amigo que fiz lá, cujo país dele enfrentava uma séria guerra civil, ele me disse a seguinte frase: “A educação é o maior agente de transformação social de um país, não as armas. E eu quero ser o primeiro a disseminar isso lá”. Caramba, que genial.
Por que não pensamos assim no Brasil que é um país tão livre? Voltei para cá e criei o projeto “O Que Eu Trouxe Na Bagagem”, onde bato de porta em porta nas escolas públicas para falar para os estudantes que eles podem ir além, realizar os seus sonhos, serem o que quiserem. Conto minhas histórias de intercâmbio e ainda dou algumas dicas, mas muitas escolas não me deixavam entrar, o que fez com que eu escrevesse um livro, com o mesmo nome do projeto e disponibilizasse gratuitamente para download e para que todos tenham acesso ao que é dito nas palestras.
O livro “viralizou” na web, os principais jornais brasileiros vieram saber mais sobre o projeto e até a presidente falou sobre ele. Continuo peregrinando, pisando em terras estrangeiras para gravar o meu nome por ai e acima de tudo incentivar os jovens da periferia a escrever seus nomes na história.”
Gerson também deixou uma mensagem para todos os estudantes que fazem parte do Passei Direto e também sonham em chegar tão longe:
Não desistam. Parece que o objetivo está longe, mas quando você o alcançar, vai chegar mais longe do que imaginava. – Gerson Saldanha

Obrigado por compartilhar conosco a sua história, Gerson. Torcemos para que inúmeros outros “Gersons” surjam por esse Brasil e que nos faça sentir orgulho de sermos brasileiros! :)

Não julgue as pessoas pela aparência

"Muitas vezes julgamos ser melhores que os outros, porém nos esquecemos que somos tão falho quanto o outro, ou até mesmo pior, basta Deus colocar em uma situação contrária para ver se realmente você é tudo isso mesmo que diz ser, então antes de julgar alguém reveja toda sua vida, Lembre - se, não julgue para não ser julgado"

A cansada ex-professora se aproximou do balcão do supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão alta, tonteira e um grande número de outras enfermidades.
“Graças a Deus eu me aposentei há vários anos” – ela pensou. “Não tenho energia para ensinar hoje em dia” – imaginou. Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão, ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou namorada, grávida.
A professora não pôde deixar de notar a tatuagem em seu pescoço. “Ele esteve preso”, pensou. Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo raspado e calças largas levaram-na a supor: “Ele é membro de uma gangue”.
A professora tentou deixar o homem passar na sua frente.
- Você pode ir primeiro – ofereceu.
- Não, a senhora primeiro – ele insistiu.
- Não, você está com mais gente – disse a professora.
- Devemos respeitar os mais velhos – defendeu-se o homem.
E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho para a mulher. Um breve sorriso saiu em seus lábios enquanto ela mancou na frente dele. A professora que existia dentro dela não pôde desperdiçar o momento e, virando-se para ele, perguntou:
- Quem lhe ensinou boas maneiras?
- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.
(Paul Karrer)
“O homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. (1 Samuel 16:7)

Professor de direito expulsa aluno no primeiro dia de aula

Professor de direito expulsa aluno no primeiro dia de aula!!

Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

- Qual é o seu nome?

- Chamo-me Nelson, Senhor.

- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.

Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

- Agora sim! - vamos começar .

- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:

- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

- Não! - respondia o professor.

- Para cumpri-las.

- Não!

- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

- Não!

- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.

- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.

E agora, para que serve a justiça?

Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.

Porém, seguíamos respondendo:

- Para salvaguardar os direitos humanos...

- Bem, que mais? - perguntava o professor .

- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...

- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:

"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

- *Quero uma resposta decidida e unânime!

- Não!* - responderam todos a uma só voz.

- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

- Sim!

- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais! 

Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

\Aprenda_: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia. Para reflexão.


O Perdão limpa a nossa alma

Falar de perdão não é fácil. Essa palavrinha nos remete grandes reflexões. Os seres humanos têm uma grande resistência em liberar ou pedir o perdão. Mas por que será? Primeiramente é necessário compreender que perdoar não é uma opção, e sim um princípio de todo cristão. A capacidade de lidar com esse ato bíblico deve ser trabalhada todos os dias nas nossas vidas. O orgulho, o egocentrismo, o ódio, a falta de amor e de altruísmo muitas vezes são grandes obstáculos para esse exercício. A sociedade egoísta na qual vivemos nos estimula diariamente a sermos vingativos e punidores.    Consequentemente, formamos pessoas doentes física e espiritualmente.
 Quando nos magoamos com alguém e cedemos o perdão, como resultado temos a prevalência do nosso espírito em relação a nossa carne. Isso é uma prova de libertação. E quando somos nós que devemos pedi-lo? Isso demonstra que o orgulho não prevaleceu no nosso temperamento humano. Ambas as atitudes têm grande poder libertador. O perdão liberta? Exatamente! Além de libertar, cura. Isso já foi comprovado cientificamente. Existem livros seculares que relatam o poder do redimir. Há doenças físicas que são proporcionadas pelo rancor e mágoa. E a Bíblia, nosso manual da vida, há muito tempo já afirma a influência dele para uma vida plena. Como está em Isaías 1:16.
“Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer mal”.
Afinal, o pecado rompe a conexão com Deus.
Vejamos uma passagem muito conhecida na Bíblia.
Em Lucas 5:17-26 é relatada a cura do paralítico em Cafarnaum. Jesus, nas suas primeiras palavras com o paralítico, proferiu o perdão sobre ele antes de ministrar a cura, surpreendendo a todos. O próprio Jesus compreendia o poder desse ato. E que aquela enfermidade ia além do mundo físico, mas envolvia emoções; pois o enfermo precisava se libertar emocionalmente, limpar suas lembranças de dor e angústia para transparecer a sua cura física.  Os olhos humanos apenas observavam a necessidade daquele homem em ser curado da paralisia, porém Jesus viu também suas emoções, as feridas da sua alma. Nós, seres humanos, temos uma percepção limitada. Apenas Deus poderia curá-lo plenamente. A cura interior é muito mais profunda que uma cura exterior. Se o próprio Jesus que é amor nos perdoa, por que não vamos liberar o perdão?  Não olhe para o passado, mas para o lindo futuro que Deus preparou para você. Como está em Mateus 6:14-15. Talvez, você esteja carregando um fardo por não ceder a esse poderoso caminho a uma vida em plenitude. Libere-se. Utilize-o como uma chave para uma nova história de vida. O perdoar enche nossos corações de alegria,, retidão e justiça, como é descritivo no Salmo 32:11.Que maravilha!
“Alegrai-vos no Senhor, e regozijai-vos, vós os justos; e cantai alegremente todos vós que sois retos de coração.”
Hoje é dia de perdoar! Jesus muda sua história! Se você cometeu algum pecado ele te perdoa, apenas tenha um coração quebrantado. Perdoe-se! E perdoe!
O perdão lhe permite asas!
Plante sua semente e peça perdão a Deus por seus pecados e Ele é fiel e justo pra te perdoar.

Sam Walton, fundador da maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart


O Cliente que nunca mais volta

Anos atrás, Sam Walton, fundador da maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart, abriu um programa de treinamento para seus funcionários, com muita sabedoria. Quando todos esperavam uma palestra sobre vendas ou atendimento, ele iniciou com as seguintes palavras:

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e espera pacientemente, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca usa a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada urgência por uma peça, mas não reclama quando a recebe somente após três semanas de espera.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, implorando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas… Engana-se.
Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa, sendo que quando fui lá pela primeira vez, tudo o que deveriam ter feito era apenas uma pequena gentileza, simples e barata: tratar-me com um pouco mais de cortesia.
Só existe um chefe: O CLIENTE. E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente ao faxineiro, simplesmente levando o seu dinheiro para gastar em outro lugar.

Ajudar as pessoas a economizar e fazê-las viver melhor foi o objetivo visualizado por Sam Walton ao abrir as portas do primeiro Walmart, há 50 anos. Hoje, essa missão é mais importante do que nunca. Trabalhamos todos os dias focando nesse objetivo e operamos com a mesma integridade e respeito que Sam pôs em prática. É por causa dessa cultura e desses valores que o Walmart continua a fazer a diferença na vida de seus clientes e funcionários.


A Lição do Abacaxi Atitude Reflexiva

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
— João, foi muito bom você vir aqui.
Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda.
Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
— E aí, João?
— Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
— E quanto custa?
— Isso eu não perguntei, não.
— Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
— Também não perguntei isso, não.
— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
— Não sei, não...
— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.
Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
— E então? - indagou o patrão.
— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou Juca.
Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.

E o João deixou a sala...
Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham "que já fazem demais" e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de trabalho. Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.

O Velho Carpinteiro Reflexão

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família.
Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma ultima casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa", ele disse, "meu presente a você."
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco.

Nós construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nós não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos.
Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente. Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá.

Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. A placa na parede está escrito:
"A vida é um projeto de faça você mesmo."
Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado
de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o
resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.