Mostrando postagens com marcador lider. Mostrar todas as postagens

As 5 Atitudes que Impedem Você de Se Tornar um Milionário (e como evitá-las)

De acordo com a Forbes, os 400 americanos mais ricos têm mais riqueza do que os 150 milhões de americanos mais pobres somados.
Mas o que acontece com a classe média, as pessoas que estão entre os ricos e os pobres? Você provavelmente pode ser considerado de classe média. Você não é pobre, mas você também não é rico… ainda…
Se você quer estar no lado dos ricos, você tem que começar a pensar como os ricos.
Neste artigo eu falo das 10 principais diferenças entre a classe média e os ricos

A Classe Média Busca Se Sentir Confortável, os Ricos Buscam se Sentir Desconfortáveis

Esteja disposto a se sentir desconfortável. Sinta-se confortável por estar desconfortável. Pode ser duro, mas é um pequeno preço a pagar para viver um sonho.
– Peter McWilliams
É confortável trabalhar em um emprego “seguro”. É confortável trabalhar para outra pessoa.
A classe média acredita que se sentir confortável é se sentir feliz, mas o rico percebe que coisas extraordinárias somente acontecem quando nos colocamos em situações desconfortáveis​​.
Iniciar seu próprio negócio é um risco e riscos podem ser desconfortáveis, mas um pouco de risco é o que é preciso para criar riqueza e alcançar resultados superiores.
Isso também vale para os investimentos. Investir na poupança é confortável e seguro, mas certamente pouco rentável, uma vez que ela não tem conseguido nem acompanhar a inflação. Para obter melhores retornos em seus investimentos é preciso arriscar um pouco, investindo em ações, por exemplo.
 Em investimentos, o que é confortável raramente é rentável.
– Robert Arnott
Saia da sua zona de conforto. Olhe para todas as suas opções. Você vai ter que se sentir pelo menos um pouco desconfortável se você quiser se tornar rico. Você pode até vir a falhar e isso é ótimo, porque se você não está falhando, você não está fazendo o suficiente para se tornar rico.

A Classe Média Trabalha para Ganhar Dinheiro, o Rico Trabalha para Aprender

Enquanto você for jovem, trabalhe para aprender, não para ganhar dinheiro.
– Robert Kiyosaki
A classe média é facilmente convencida a mudar de emprego quando alguém oferece mais dinheiro.
Os ricos entendem que o mais importante em um trabalho não é o dinheiro, especialmente nos primeiros anos. Trata-se de desenvolver as habilidades e características que você precisa desenvolver para se tornar rico.
Isso significa trabalhar em um trabalho de vendas para entender melhor como funciona o mundo das vendas, por exemplo. Ou pode significar que você trabalhe em um banco para entender melhor de contabilidade.
Se você quer ser rico, você deveria estar trabalhando para aprender as habilidades que você precisa para se tornar rico. A maioria das pessoas ricas não chegaram lá somente por ganhar um alto salário.

A Classe Média Têm Coisas, os Ricos Têm Dinheiro

Muitas pessoas gastam o dinheiro que não tem, para comprar coisas que eles não precisam, para impressionar as pessoas que não gostam.
– Will Rogers
Vou falar novamente sobre carros de luxo e grandes casas, pois é nisso que grande parte da classe média gasta seu dinheiro. Dirija seu carro em um bairro de classe média e normalmente você vai ver os carros mais novos, paisagismo caro e casas enormes.
Os ricos entendem que para se tornar rico, você tem que querer o dinheiro mais do que você quer as coisas. Se você continuar comprando coisas, seu dinheiro vai continuar com os riscos.
É engraçado como isso funciona. Por exemplo, Warren Buffett, o maior investidor do mundo, ainda vive na mesma casa que ele comprou em 1958. E ele pagou apenas 31 mil dólares por ela.
Pare de comprar coisas e comece a se concentrar em poupar e investir o dinheiro que você ganha. Se você é um gastador compulsivo, comece a fazer compras de ativos. Torne-se interessado em investir, e em seguida, procure pechinchas no mercado de ações, em vez de sapatos e eletrônicos.
Dito isto, tem algo ainda mais importante do que economizar seu dinheiro…

A Classe Média Age de Forma Emocional em Relação ao Dinheiro, os Ricos Agem de Forma Lógica

Só quando você combina intelecto com disciplina emocional você tem um comportamento racional.
– Warren Buffett
Steve Siebold entrevistou mais de 1.200 das pessoas mais ricas do mundo ao longo dos últimos 30 anos para seu livro “How Rich People Think”, e de acordo com ele, existem mais de 100 diferenças na forma como as pessoas ricas olham para o dinheiro em comparação com a classe média.
Uma das principais diferenças que encontrou foi a de que a classe média ve o dinheiro através dos olhos de emoção, mas os ricos vêem o dinheiro através dos olhos da lógica.
Tomadas de decisões financeiras emocionais irão arruinar suas finanças.
Warren Buffett explica que o investimento tem muito mais a ver com o controle de suas emoções do que com o que fazer com o dinheiro. As emoções são o que levam as pessoas a comprar ações na alta e vender na baixa, exatamente o contrário do que deveriam fazer.
Emoções criam situações perigosas. Deixe as emoções de fora e utilize a lógica quando lidar com dinheiro.

A Classe Média Subestima o seu Potencial, o Rico Busca Grandes Objetivos

Defina metas ambiciosas e não desista até atingí-las.
– Bo Jackson
A classe média estabelece metas… à vezes…
É a capacidade de definir objetivos que diferem a classe média dos ricos. A classe média define metas seguras que são facilmente atingidas.
Os ricos estabelecem metas que parecem impossíveis, mas eles sabem que são realizáveis. É tudo uma questão de ter a mentalidade adequada.
Quando você está definindo seus objetivos, pergunte-se se eles poderiam ser maiores. Pergunte a si mesmo se isso é realmente tudo o que você pode fazer ou se você pode fazer mais.
Eu acho que você pode fazer mais.

Resumindo

Algumas diferenças entre a classe média e os ricos são enormes, enquanto outras podem parecer simples e de menor importância.
O fato é que, se você quer se tornar rico, você tem que pensar como os ricos e fazer as coisas que os ricos fazem.
Você está preparado para pensar e agir como os ricos?
Muitas das grandes fortunas foram construídas através de investimentos no mercado de ações, um exemplo disso é Warren Buffet, 3ª pessoa mais rica do mundo, que construiu sua fortuna exclusivamente através do investimento em ações começando do zero.
Para ajudar a você a trilhar este caminho, criei um e-book gratuito em formato PDF, para que você possa baixar imediatamente e já começar a aprender os primeiros passos necessários para investir no mercado de ações com sucesso.
PS: Não esqueça de baixar o ebook

Empreendedores: 14 erros comuns dos iniciantes


Seguir com um negócio próprio é um desafio e tanto! Exige não apenas enorme dedicação, mas também muito conhecimento em técnicas de gestão e comportamento de mercado. Você é marinheiro de primeira viagem? Então os cuidados devem ser dobrados!
Para o ajudar, preparamos uma lista com 12 dicas para empreendedores iniciantes penseram melhor no negócio e evitarem erros. Fique atento para não os cometer! Fique longe desses equívocos e suas chances de sucesso aumentarão significativamente!
Pronto para acertar? Confira os tópicos abaixo!

Atuar na informalidade

Novos empreendedores se veem tentados a começar as atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos, porém, a verdade é que sem a formalização o negócio fica impedido de crescer. Apenas com o CPNJ haverá as possibilidades de emissão de nota fiscal, abertura de conta bancária para pessoa jurídica, uso de máquinas de cartão de crédito e solicitação de empréstimos públicos a juros mais baixos. Sem contar que, na informalidade, sua atividade, será sempre encarada como algo pouco profissional e improvisado. O que isso significa? Perda de mercado e de vendas!

Começar sem um plano de negócios

Antes de iniciar qualquer atividade, o empreendedor deve elaborar um plano de negócios, ferramenta fundamental para o sucesso de qualquer projeto. É por meio dele que o empresário definirá ações e metas a serem cumpridas a curto, médio e longo prazos.
Para desenvolver negócios também é preciso trilhar o caminho do sucesso. Esse caminho, muitas vezes, pode ser sintetizado em metas. Afinal, não há como se favorecer das oportunidades sem saber onde se quer chegar. Além de estabelecer prazos para alcançar metas, que devem ser claras e específicas, é importante definir também valores para alcançar o objetivo traçado. Custo e prazo vão dar a dimensão das dificuldades e dos passos para atingir a meta.
As estatísticas indicam que um em cada três novas empresas brasileiras fecham antes de completar um ano por pura falta de planejamento. Fuja dessa margem tão negativa! Trace um bom plano de negócios e comece com o pé direito!

Falta de capacitação

Você é professor e decidiu abrir uma escola para aulas de reforço? Ótimo! Experiência no ramo de atuação é importante, mas saiba que não é tudo. Boa parte dos novos empreendedores acredita que pode levar uma empresa adiante apenas com base em conhecimento técnico. Porém, isso é um erro! Se não souber aplicar técnicas corretas de administração, o empresário corre o risco de ver o negócio afundar. Então o segredo é procurar se capacitar para ser um bom gestor.

Desorganização financeira

As maiores dúvidas dos micro e pequenos empresários estão relacionadas ao setor de finanças. Muitos vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, o que muitas vezes leva as contas bancárias ao vermelho.
A gestão financeira tem que ser uma prioridade. A começar pela burocracia, que engloba as verbas necessárias para abrir um novo negócio e arcar com taxas e tributos, é fundamental buscar orientação. Não entender as finanças é um erro grave que compromete a visualização dos rendimentos e gastos.
O primeiro passo para corrigir isso é realizar o fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras. Dessa forma, o empresário terá total controle da situação monetária e poderá planejar o crescimento saudável do negócio.
O contador é um dos profissionais que mais pode auxiliar nesse passo e, ainda, orientar sobre as melhores opções de enquadramento da empresa para que se obtenha menor custo tributário. Indispensável para o desenvolvimento empresarial, ele deve oferecer um serviço pautado pela gestão contábil da empresa para agregar muito mais do que apenas o registro dos dados legais. É importante considerar esses detalhes ao buscar o escritório contábil que vai ajudar a controlar as finanças.

Confusão patrimonial

Esse é um dos erros mais comuns entre as empresas de pequeno porte. A confusão patrimonial caracteriza-se quando o empresário usa o dinheiro da empresa para pagar despesas pessoais, como a fatura do cartão de crédito, a escola dos filhos e as contas da casa. O dono do negócio deve fixar uma retirada mensal, tecnicamente chamada de pró-labore e encará-la como um salário. A possibilidade de saques extras deve ser descartada e os recursos devem ser aplicados na própria empresa, para que ela tenha condições de crescer.

Cálculos errados para lucro e preço

Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É bastante comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de que no final do mês não conseguem ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços. Se você não as conhece está na hora de rever as finanças da empresa!

Não dar a devida atenção ao capital inicial e fluxo de caixa

A compreensão do capital inicial e fluxo de caixa da empresa é muito importante. Estude os valores considerando sempre as perspectivas de retorno do investimento. Isso é muito valioso, sobretudo, para quem busca parceiros ou investidores. Não observar as quantias para esses dois pontos é um descuido que certamente não atrairá alguém disposto a investir no seu negócio, já que você não sabe controlá-lo.
Para quem quer captar investimentos, a busca por grupos com experiência em impulsionar startups é uma ótima opção para chegar às pessoas certas. Já quem depende de apoio dos bancos, a dica é sempre avaliar as melhores opções de crédito, buscando instituições bancárias que ofereçam as menores taxas.

Não negociar com fornecedores

Cortar gastos e economizar ao máximo: o empreendedor que pensa assim vai longe! Uma estratégia importante para se conseguir o melhor aproveitamento dos recursos é negociar com os fornecedores. Se você tiver um bom fluxo de caixa, conseguirá fazer compras grandes com pagamento à vista, o que pode significar custos menores na hora de repor o estoque e lucros mais altos no momento das vendas. Portanto, sempre pesquise vários fornecedores e negocie com eles na busca do melhor negócio!

Trabalhar sem gerenciamento de estoque

O gerenciamento de estoque também é um dos pontos fundamentais para o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico. Todo empreendedor deve ter em mente que, se vender, precisa entregar. Por este motivo é tão importante saber exatamente a quantidade de cada item disponível. E se você trabalha com mercadoria de curto prazo de validade, o controle deve ser ainda mais rigoroso já que corre o risco de ter grandes prejuízos caso o estoque vença nas prateleiras.

Ignorar marketing e divulgação

Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Marketing e divulgação são essenciais para negócios em fase inicial. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Quer algumas ideias? Mande mensagens para o e-mail de seus clientes, por exemplo, informando sobre novidades e promoções, crie um programa de fidelidade e entre para as redes sociais. Simples e eficiente!

Não demore para lançar um produto ou serviço

Esta dica é para os empreendedores que estão começando uma nova startup. Uma dupla, ou equipe de co-fundadores, pode levar meses para desenvolver um produto ou serviço, mesmo que a ideia já esteja validada. Muitas vezes, com a preocupação de lançar um produto ou serviço completamente lapidado.
Essa demora no lançamento pode custar caro para a startup, pois o mercado pode mudar incrivelmente rápido. Uma ideia sensacional há 6 meses atrás pode não ter o mesmo impacto caso seu lançamento seja demorado. A solução? Não se preocupe em desenvolver features extras antes mesmo de lançar, foque no core business e solte um MVP o mais rápido possível.
Com os primeiros usuários aparecerão os primeiros erros/bugs e sugestões de funcionalidades, permitindo desenvolver de acordo com as necessidades dos usuários/clientes. Com o MVP será possível perceber também se sua ideia é brilhante ou não, permitindo que mude o foco da startup antes mesmo de a lançar.

Não inovar

Se você está começando um negócio é preciso inovar. É esse o trunfo que lhe permitirá competir com as empresas que já atuam há mais tempo no mercado. Não se preocupe, não será preciso reinventar a roda! Apenas pense em soluções criativas para oferecer um diferencial aos clientes. Destacando-se da concorrência suas chances de sucesso aumentam!
E mesmo quando objetivos são alcançados, o empreendedor deve fugir do comodismo. Não almejar crescer significa perder para a concorrência que está se aprimorando. Investir em novos produtos, aprimorar processos, atualizar serviços, acompanhar tendências e traçar planos maiores são objetivos obrigatórios na rotina de qualquer empresa.
As novas metas devem ser pautadas pelo planejamento para assim dinamizar o crescimento da empresa e evitar a estagnação das equipes e do sucesso do negócios. Mantenha uma gestão do negócio que, frequentemente, avalie oportunidades de melhorias, seja oferecendo maior qualidade ou alcançando mais clientes. A gestão deve se estender também às equipes, objetivando manter a motivação para o alcance de resultados.
Trabalhe para ter um nome no mercado e mostrar para que sua marca está aí. Querer empreender exige vontade, mas principalmente conhecimento
.

Conheça alguns supostos segredos da Maçonaria


A maçonaria já foi acusada de tudo: fazer rituais sinistros, promover orgias, querer dominar o mundo… Até de estar por trás dos assassinatos de Jack, o Estripador. Muita gente acredita que a organização controla governos e que seus integrantes usam cargos públicos para se ajudar mutuamente. Os maçons, no entanto, garantem que quase tudo isso é besteira. Eles não passariam de um grupo filosófico, filantrópico e progressista. Reconhecem que ajudam uns aos outros, mas que o dever de auxiliar um irmão está sempre sujeito à obrigação maior de cumprir a lei.

Afinal, qual é a verdade sobre essa sociedade secreta?

Hoje a Maçonaria é uma sociedade discreta, na qual homens livres e de bons costumes, denominando-se mutuamente de irmãos, cultuam a Liberdade, a Fraternidade e a Igualdade entre os homens.
Seus princípios são a Tolerância, a Filantropia e a Justiça. Eles sempre foram secretos devido a perseguições, a intolerância e a falta de liberdade demonstrada pelos regimes reinantes da época. Hoje os Maçons preferem manter-se dentro de uma discreta situação, espalhando-se por todos os países do mundo.
Sendo uma sociedade iniciática, seus membros são aceitos por convite expresso e integrados à irmandade universal, por uma cerimônia denominada iniciação. Ou seja, você não pode simplesmente querer ingressar na sociedade maçônica, você precisa ser convidado.
Esta forma de ingresso repete-se, através dos séculos, inalterada e possui um belíssimo conteúdo, que obriga o iniciando a meditar profundamente sobre os princípios filosóficos que sempre inquietaram a humanidade.
O neófito ingressa na Ordem com o grau de Aprendiz. Ao receber instruções e ensinamentos, vai aprendendo mais e mais ao grau de Companheiro e após período de estudos chega ao grau máximo do Simbolismo, ou seja o Grau de Mestre Maçom.
Os Maçons reúnem-se em um local ao qual denominam de Loja, e dentro dela praticam seus rituais. Estes são dirigidos por um Mestre Maçom experimentado, conhecido por Ve
nerável Mestre. Suas cerimônias são sempre realizadas em honra e homenagem a Deus, ao qual denominam de Grande Arquiteto Do Universo, (G.’. A.’. D.’. U.’.). Seus ensinamentos são transmitidos através de símbolos dando assim um conhecimento hermenêutico profundo e adequado ao nível intelectual de cada indivíduo.
Os símbolos são retirados das primeiras organizações Maçônicas, dos antigos mestres construtores de catedrais. “Maçom” em francês significa pedreiro. Devido a este fato encontramos réguas, compassos, esquadros, prumos, cinzéis e outros artefatos de uso da Arte Real, ou seja, instrumentos usados pelos mestres construtores de catedrais e castelos, que são utilizados para transmitir ensinamentos.
Por possuir um conhecimento eclético, a Maçonaria busca nas mais diversas vertentes suas verdades e experiências, dando um caráter universal a sua doutrina.
A Maçonaria não é uma religião, pois o objetivo fundamental de toda sociedade religiosa é o culto a divindade.
Cada Loja possui independência em relação as outras Lojas da jurisdição, mas estão ligadas a uma Grande Loja ou Grande Oriente, sendo estes soberanos. Cada Grande Loja ou Grande Oriente denomina-se de “potência”. Esta é uma divisão puramente administrativa, pois as regras, normas, e leis máximas, denominadas “Landmarks” são comuns a todos os Maçons. Um dos Landmark básicos da Ordem é que o homem para ser aceito deve acreditar em um princípio criador independente de sua religião.
Seus integrantes seguem as mais diversas religiões. Como no Brasil a grande maioria dos brasileiros são cristãos, adota-se a Bíblia como livro da lei. Em outra nação, o livro que ocupa o lugar de destaque no Templo, poderá ser o Alcorão, o Torá, o livro de Maomé, os Vedas, etc, de acordo com a religião de seus membros.
No preâmbulo da primeira Constituição editada pela Grande Loja ficam registrados de forma clara os princípios em que se baseia a Ordem:
  • A Maçonaria proclama, como sempre proclamou desde sua origem, a existência de um Princípio Criador, sob a denominação de Grande Arquiteto do Universo;
  • A Maçonaria não impõe nenhum limite a livre investigação da Verdade e é para garantir a todos essa liberdade que ela de todos exige tolerância;
  • A Maçonaria é, portanto, acessível aos homens de todas as raças e de todas as crenças religiosas e políticas;
  • A Maçonaria proíbe em suas Oficinas toda discussão sobre matéria partidária, política ou religiosa, recebe os homens qualquer que sejam as suas opiniões políticas ou religiosas, humildes, embora, mas livres e de bons costumes;
  • A Maçonaria tem por fim combater a ignorância em todas as suas manifestações;

A Maçonaria na História

Assim como muitos europeus, foi emigrando para a América que a maçonaria atingiu o seu potencial. Na verdade é consenso entre historiadores: em nenhum país a maçonaria foi tão importante quanto nos EUA.
Para começo de conversa, os maiores acontecimentos que marcaram a independência do país foram decididos em lojas maçônicas. Em 1773, não foi de improviso que comerciantes jogaram caixas e caixas de chá no mar, em protesto contra impostos extorsivos dos ingleses. A “festa do chá” de Boston foi um evento organizado por maçons.
Nove dos 55 homens que assinaram a Declaração de Independência vinham da maçonaria, assim como um terço dos 39 que aprovaram a Constituição. Benjamin Franklin era maçom convicto, e George Washington, grão-mestre da Loja Alexandria, teria aparecido de avental cerimonial no lançamento da pedra fundamental da nova cidade.
Por falar em capital, a cidade de Washington é cheia de referências à maçonaria. Algumas são subjetivas como compassos e estrelas no traçado das ruas – o que podemos encontrar em qualquer cidade. Outras são explícitas: o tema “George Washington foi maçom” inspirou pinturas e esculturas, marcando presença nas portas do Senado e no teto do Capitólio. A cidade tem pelo menos 17 edifícios com arquitetura típica da ordem – uma mistura de estilo grego e romano, sempre acompanhada de esquadros, compassos e letras G (de God, “Deus” em inglês). Entre eles, a agora célebre Casa do Templo (no original, House of the Temple), sede americana do Rito Escocês Maçônico.
Após o sucesso da independência americana, em 1776, a maçonaria passou a ditar o passo das mudanças do planeta. Ser maçom no final do século 18 e no começo do 19 era muito cool: um clube que reunia as mentes mais inquietas e influentes.
Trazendo liberdade, igualdade e fraternidade no DNA, claro que a maçonaria estava na Revolução Francesa, em 1789. Os principais líderes, Danton e Robespierre, não eram da ordem, mas a Marselhesa foi composta na loja de Marselha. Em 1810, a maçonaria inspirou a criação da Carbonária, sociedade secreta que buscaria a independência da Itália. Três futuros libertadores da América, o chileno Bernardo O’Higgins, o venezuelano Simón Bolívar e o argentino José de San Martín, frequentavam a mesma loja em Londres, uma convivência que mudou um continente. É possivel dizer que a maçonaria participou da independência de todos os países da América do Sul.
O que inclui o Império Brasileiro, do início ao fim. Em 1822, nossa independência de Portugal foi proclamada por um grão-mestre, dom Pedro 1º. E a Proclamação da República, em 1899, foi feita por outro, o marechal Deodoro da Fonseca. E os maçons continuaram atuantes durante a nossa República Velha, chegando inclusive à Presidência, com Nilo Peçanha e, na sequência, Hermes da Fonseca.
Mundialmente, a ordem viveu uma crise a partir da década de 1930, quando seus membros mais à direita (fascistas) e à esquerda (comunistas) não vestiam mais o mesmo avental. Aliás, os maçons também estão entre as vítimas do Holocausto – entre 80 mil e 200 mil irmãos morreram em campos nazistas.
Nos anos 50, a ordem chegou a ter uma filiação recorde nos EUA. Mas, a geração seguinte, dos babyboomers, não se interessou – as revoluções passaram longe das lojas.

Prática da conspiração

A lista de maçons poderosos ainda é grande. Entre os 6 milhões de membros no mundo estão o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o príncipe Philip, o premiê italiano, Silvio Berlusconi, e até Al Gore, vice-presidente de Bill Clinton. O fato de haver nos EUA muitos políticos e juízes membros da maçonaria incita ainda mais o mistério por trás das práticas dessa sociedade iniciática.
É inegável que a maçonaria ainda possui membros influentes – o que não significa que ela ainda exerça influência. Um exemplo prático vem do Reino Unido, onde, a partir de 1997 todos os maçons trabalhando no sistema judiciário foram obrigados a declarar que eram membros da ordem. O argumento era de que a lealdade dos irmãos à irmandade poderia distorcer seu trabalho, e o público tinha direito de saber quem era maçom, para poder acompanhar sua conduta a partir desse fato. Em 12 anos, “nenhuma impropriedade ou má prática foi verificada por parte dos juízes pelo fato de eles serem maçons”, declarou o secretário de Justiça inglês, Jack Straw, ele mesmo um apoiador da lei, que derrubou em 5 de novembro de 2009.

E quanto à Nova Ordem Mundial?

Para quem não está por dentro dessa teoria da conspiração, seria um governo único, que comandaria todo planeta e que estaria sendo planejado por maçons – ou pelos illuminati, ou pelos cavaleiros templários, pelo 4º Reich, enfim. Não há informações sobre os últimos 3 grupos, até porque não consta que eles existam. Isso é impedido pela própria forma como a maçonaria é organizada: as lojas maçônicas são independentes, abrigam irmãos com pontos de vista muito diferentes e não têm de onde tirar uma ação global coordenada. Ainda mais secreta.Na verdade, a grande mudança que espera quem entra na maçonaria não é no mundo, mas na própria vida.

Secretos não, DISCRETOS

“Os maçons já foram secretos. Ao longo do século 20, passaram a se definir como discretos. Hoje, caminham para se tornar uma sociedade civil aberta”, diz o ex-maçom britânico Martin Short, autor de Inside the Brotherhood, que critica a ordem.
No entanto, a abertura da sociedade secreta mais conhecida do mundo incomoda alguns irmãos, que vêem a proliferação de sites, jornais e revistas como um afastamento das origens. De fato, hoje já é possível se candidatar a maçom por e-mail (apesar de que um convite pessoal é, de longe, a forma mais garantida de entrar). Em seu site, a Grande Loja Maçônica do Espírito Santo mantém uma Rádio Cultura Maçônica. E a página do Grande Oriente do Brasil, seção Rio de Janeiro, oferece um tour virtual pelo Palácio Maçônico do Lavradio.
“Não existem mais segredos na maçonaria. Eles vêm sendo revelados lentamente”, diz o historiador britânico W. Kirk MacNulty, maçom há 4 décadas. “Se existe algum segredo, ele é individual, intransferível – é a experiência dos rituais maçônicos. Como explicar o gosto de uma laranja para quem nunca a comeu?”, diz o pesquisador alemão Snoek. Por outro lado, se faltam mistérios, sobram boatos.
Que tal uma bancada macônica? Um grão-mestre garante que, nas últimas eleições para prefeitos e vereadores, a maçonaria no estado de São Paulo fez campanha interna para que maçons votassem e apoiassem candidatos maçons. Segundo ele, deu certo: a maçonaria teria emplacado 13 prefeitos e 54 vereadores – ele só não diz quem e onde. Pretendem fazer o mesmo com deputados em 2010.
E esta é internacional: em Israel, a Grande Loja de Tel-Aviv é um espaço de encontro de cristãos, judeus e muçulmanos. Apesar de a maçonaria ser contra discussões políticas nos templos, todos ali estão dispostos a encontrar soluções para os problemas milenares da região. “Só em um local fechado e completamente sigiloso esse tipo de reunião improvável pode acontecer regularmente”, afirma o historiador alemão Jan Snoek, que pesquisa o tema na Universidade de Heidelberg. Ou seja: se qualquer plano de paz surgir daqui para a frente para resolver a questão entre israelenses e palestinos, é possível que haja o dedo da maçonaria.
E o que os maçons acham de toda a curiosidade em torno da ordem? Em conversas privadas, reclamam muito dos livros, filmes e sites que prometem revelar seus segredos. Argumentam que o tratamento é injusto e exagera aspectos menos importantes. Nesse caso, a postura oficial é não se manifestar publicamente.
Mas será mesmo que a Ordem não está apenas se adaptando aos tempos modernos. Com o advento da internet, a velocidade na comunicação no globo é extraodinária e tudo está exposto, nada mais é encoberto. Seria uma tática para desviar a atenção, desmistificando rasamente suas práticas, inclusive sendo exploradas mais por livros e tvs com teor mais sensacional, extrapolando a realidade, justamente para cair no senso comum de que A Ordem não é para ser levada a sério, enquanto, nos mais altos níveis da sociedade ainda são guardados os segredos e poderes, porém, fora da curiosidade popular.
PS: Não esqueça de baixar o ebook

5 maiores bilionários do mundo em 2016, pela Forbes

O empresário Jorge Paulo Lemann

São Paulo – A tradicional lista anual de bilionários da Forbes passou por uma grande reorganização de nomes, graças aos mercados voláteis, queda de preço de petróleo e valorização do dólar do último ano.
Tanto é que 2016 começa com menos bilionários no mundo –de 1.826, o número foi para 1.1810 – e com um valor líquido somado de fortunas de US$ 6,48 trilhões, valor US$ 570 bilhões menor que o registrado no ano anterior.
Publicidade
Divulgado hoje, o ranking traz o empresário Bill Gates no topo dos mais ricos do mundo e o brasileiro Jorge Paulo Lemann entre os 20 mais.
Confira quem são os 20 maiores bilionários do mundo, em 2016, a seguir. 

1 - Bill Gates

Fortuna em 2016: US$ 75 bilhões
Principal fonte de receita: Microsoft
País de Origem: Estados Unidos
Idade: 60 anos
O empresário americano viu sua fortuna cair de US$ 79,2 bilhões, em 2015, para US$ 75 bilhões, em 2016, segundo a Forbes – uma queda que não o abalou do posto de pessoa mais rica do mundo. 

2 - Amancio Ortega

Fortuna em 2016: US$ 67 bilhões
Principal fonte de receita: Zara
País de Origem: Espanha
Idade: 79 anos

3 – Warren Buffett

Fortuna em 2016: US$ 60,8 bilhões
Principal fonte de receita: Berkshire Hathaway
País de Origem: Estados Unidos
Idade: 85 anos

4 - Carlos Slim

Fortuna em 2016: US$ 50 bilhões
Principal fonte de receita: Telecom
País de Origem: México
Idade: 76 anos

5 - Jeff Bezzos

Fortuna em 2016: US$ 45,2 bilhões
Principal fonte de receita: Amazon.com
País de Origem: Estados Unidos
Idade: 50 anos