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Como fazer sucesso com redes sociais

Eu tenho dito muitas vezes que uma das principais atribuições a fazer para quem está buscando o sucesso na internet é…Aprender! E neste caminho, eu tenho buscado ler muitas informações sobre o assunto, incluindo as muitas dúvidas de muitas outras pessoas em sites de perguntas e respostas.
Uma das perguntas que mais fazem é:
“_Como ter sucesso com a minha página no Facebook???”
Bem, como uma das redes sociais mais fortes do momento, a maioria das perguntas são referentes a esta rede. Mas, é claro que todas as redes sociais merecem especial atenção, pois são através delas que inúmeros negócios na internet podem ser feitos devido a interação entre as empresas/blogs e seus leitores.
Pois bem! Seguindo este questionamento conheci o trabalho desenvolvido por Felipe Moreira, que ensina como usar técnicas da forma correta para ter o melhor resultado do poder que as redes sociais exercem na internet.

Publicar nos perfis de outras pessoas é SPAM

Não estou falando de publicidade nos perfis de outras pessoas sem a prévia autorização das mesmas, pois isso é uma forma de SPAM, mas o uso de estratégias que vão colaborar para se conseguir o exito nestas redes, como por exemplo:
  • Atrair milhares de fãs no Facebook, usando estratégias de marketing específicas para redes sociais;
  • Criar melhores postagens para manter seu público atento ao seu conteúdo;
  • Como usar o Marketing Viral nas redes sociais;
  • Aprender como funciona o EdgeRank do Facebook.
Tudo o que é apresentado neste material é para se atingir o máximo possível na performance de divulgação e vendas no Facebook, Twitter e Youtube.
Então, eu trago para voce este curso do Felipe Moreira para voce ter “Sucesso nas Redes Sociais” e abaixo, segue um video da apresentação do conteúdo.Eu espero que voce possa ter muito sucesso com esta dica!!!

Tenha Sucesso Nas Redes Sociais Com Apenas Uma Hora Por Dia

  • Escolha suas batalhas
  • Decida qual o seu conteúdo
  • Decida como compartilhar
  • Configure o monitoramento
  • Mantenha-se atualizado
  • Separe um tempo para a interação

Acesse para ver o material completo!

Deixe a sua opinião abaixo! Critique, participe…Este espaço também é seu!
Abraços e Sucesso!!!
José Leandro Alvarez

Fórmula negócio Online 2.0 do Alex Vargas Funciona?

Formula negocio online 2.0 você conhece? Primeiramente quero parabenizá-lo por chegar nessa página. Porque se você está aqui significa que é diferente das outras pessoas. A maioria das pessoas quando estão diante de uma oportunidade ignoram, falam a si mesma que aquilo é enganação é fraude e que não funciona  e continuam vivendo suas vidas.
Mas você não, imagino que ouviu falar da oportunidade de ter um negócio online e agora está procurando mais sobre o assunto para decidir comprar ou não comprar o Formula Negocio Online.
Antes de continuar deixo eu te mostrar o que é realmente o treinamento Formula negócio online:
Formula Negócio online é um treinamento passo a passo que ensina qualquer pessoa sair absolutamente do zero e construir um negócio digital crescente e lucrativo em 30 Dias.
Mas não precisa me perguntar o quanto é possível ganhar com um negócio digital, eu te adianto, não tem limites de ganho.Eu sou prova viva que ganhar dinheiro com um negócio digital não tem limites.
O criador do treinamento formula negócios  é  dono de mais de 50 projetos online  e seu faturamento atualmente ultrapassa a casa dos 06 dígitos mensais.
E ele mostra exatamente os passos que  percorreu para chegar até aonde está.Sendo assim, o treinamento ensina você criar um projeto digital , configurá-lo, construir  uma audiência e passar  a vender produtos para ela. O melhor de tudo é que você pode montar quantos projetos  quiser, visto que o trabalho que terá com cada um é muito pequeno considerando o aprendizado que você terá quando adquiri o treinamento Fórmula negócios online.
OBS: Ao término do treinamento você estará com tês(03) projetos rodando de forma mais automática possível

Vale a Pena Comprar, fazer o download do Formula negócio online 2.0?


Essa pergunta na minha opinião é muito vasta , pois cada pessoa tem seus interesses e vontades incomuns  , por isso sempre digo: DEPENDE.
Depende do que você quer para sua vida , eu fiz minha escolha, que é ter um negócio online  e não me arrependo nenhum pouco de ter tomado essa decisão e posso afirmar que o formula negócio online não funciona somente para quem não quer ter trabalho.
Eu posso te dizer e mostrar  o caminho e te provar que investindo no curso fórmula negócio online,  vai sim, valer muito a pena para você.
Se você quer dinheiro e tempo faça como uma das pessoas abaixo que acreditaram na proposta do Alex Vargas e hoje já estão colhendo os frutos de seu investimento:
Quem quer trabalhar com marketing digital e de alguma maneira  ficou sabendo sobre o treinamento Formula negocio online,  do Alex vargas,na certa você deve esta se perguntando,será que tudo isso é verdade ? será que eu consigo mesmo iniciar um negócio na internet ? Isso não é mais um desses esquemas que aparecem quase que todo o dia na internet?

Formula negocio online - O Melhor Treinamento em videos para iniciantes! qualquer dúvida  reclame aqui.

O treinamento formula negocio online  é um dos melhores cursos que já vi sobre mercado digital, seu criador
é  um internet marketer ,uma pessoa normal como  qualquer outra , que em determinado momento de sua vida,resolveu  trabalhar em casa pela internet. O resultado desses empreendimento deu início ao treinamento formula negocio online, Um curso todo elaborado em vídeo aulas, e um dos mais requisitados na plataforma hortmart (vendas de produtos digitais) sobre o tema ganhar dinheiro na internet.

O treinamento Formula negócio online, já está a alguns meses no mercado, e muitas pessoas estão começando a ganhar dinheiro. Não estou falando que o treinamento é magico, e jamais direi que é um dinheiro fácil , estou apenas afirmando que  quem quer trabalhar pela internetprecisa conhecer esse curso, e focar em resultados.
Existem também outros cursos no mercado de altíssima qualidade, e muitos tem dúvida qual curso comprar. Não quero empurrar cursos para ninguém , como vários colegas fazem, mas se eu estivesse começando, e  o treinamento fórmula negócio online  estivesse no mercado com to a certeza,  tinha me  poupado bastante tempo e dinheiro.

O conteúdo do  treinamento Formula negocio online 2.0?

O treinamento formula negocio online é todo dividido em módulos para melhor aprendizado, e o que mais chama a atenção é o fato de  saber que o  próprio Alex elaborou um plano diário de aula de 30 dias para que você não perca o foco do seu aprendizado e tenha resultados  cada vez mais rápidos , todo incorporado no módulo 17

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Negociação digital entre varejo, empreendedor e consumidor


Muitas pessoas têm algo que gostariam de vender: roupas usadas, livros já lidos, artesanato ou docinhos. Mas montar um comércio eletrônico próprio é uma tarefa árdua, que gera sucesso para poucos.
Por isso, montar o chamado marketplace, que conecta os empreendedores aos consumidores finais, pode se tornar uma boa ideia de negócio. "Tem muita gente com produto, mas que precisa de um canal de vendas, e é isso que falta para o negócio deslanchar", explica Ana.
Já Vidigal sugere uma outra nuance dentro da negociação online: conectar empreendedores virtuais não aos seus clientes, mas aos gigantes do setor. A ideia do negócio seria oferecer uma proposta à varejista para comprar produtos dos pequenos empreendedores: vale oferecer um desconto se a gigante comprar em grande quantidade. "No momento de crise, se as pessoas tiverem uma oportunidade de comprar com menor custo, elas deixam de frear as compras para apenas desacelerá-las".
Você já se perguntou: Como aumentar minhas vendas e ganhar clientes usando o Facebook?
Se está com essa dúvida, saiba que você não é o único!
Uma Coisa é Fato, seus clientes já estão no Facebook e seus Concorrentes também estão!
Por isso eu criei uma Série Gratuita com 3 vídeos que mostra  tudo o que você precisa saber
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E para assistir a série agora mesmo acesse:

Ideias de negócio para quem quer empreender na crise

São Paulo - Na crise econômica, montar um negócio pode ser uma forma de fugir do desemprego, ou ainda uma oportunidade de ganhar mais do que com como funcionário. No entanto, o período de incertezas aumenta o medo de o empreendimento ir por água abaixo.
Sendo assim, como saber qual ideia de negócio dá certo numa época em que todas as moedas são contadas?
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Antes de tudo, é preciso entender que a recessão é uma época em que as pessoas querem se defender de algo. "Toda vez que a gente entra em uma crise, as pessoas se posicionam contra determinadas ameaças. Mas, todas as vezes que elas existem, há também oportunidades de negócio", diz Luiz Arnaldo Biagio, professor da Business School São Paulo (BSP).
"Essa é a hora de buscar o que você pode fazer de diferente, e tem muita gente prosperando. Claro que não é fácil, mas a gente não pode se abater: a crise tem que servir como um motivador", afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e professora de empreendedorismo na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e no Insper.
Por incrível que pareça, a recessão pode ajudar o empreendedor nacional. Isso porque, com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara. "Produtores nacionais podem colocar produtos no mercado e se apresentar para grandes empresas", analisa Pedro Vidigal, membro da Fundepar, gestora de investimentos em empresas tecnológicas de universidades.
Seja qual for o foco do negócio, um empreendedor em tempos de crise não pode se esquecer da situação de seus clientes, que estão controlando mais os gastos. "As pessoas evitam gastar mais com coisas novas, ou seja, há uma tendência de segurar o dinheiro. Você terá que ser mais certeiro no seu negócio", diz Max Bianchi Godoy, professor de planejamento estratégico do Ibmec/DF.
Para acertar esse alvo, a palavra de ordem é estudar muito o mercado e olhar todas as possbilidades. Por isso, os quatro especialistas deram dicas de ideias de negócio que podem dar certo durante a recessão econômica - e por quê. Navegue nas fotos acima e veja algumas dessas ideias.

Agora é a hora de investir em um negócio?

Se o negócio já está operando, a prudência recomenda que os investimentos planejados tenham os seus cronogramas revistos de forma a preservar o fluxo de caixa da empresa. Este é o ponto: rever as expectativas de receita de forma realista e buscar sempre preservar o caixa, pois é o oxigênio que garantirá a sobrevivência da empresa até que a crise passe.
Mas isso não significa paralisia, pois muitas oportunidades surgem durante uma crise e devem ser aproveitadas. Caso não seja para ganhar mercado, pode ser para se preparar para fazê-lo assim que o mercado retomar o ritmo. Sem contar que é durante os momentos de crise que a criatividade para a redução de custos, inovação e ganhos de produtividade surgem com toda a sua força.
Há alguns anos visitei um grande empresário, judeu e octogenário, e na parede atrás de sua mesa havia um quadro com os seguintes dizeres: “Crise é aquilo que paralisa e cega os meus concorrentes. Quando a crise passa, descobrem que evoluí tanto que será impossível me alcançar”. Nunca me esqueci dessa frase e a apliquei com sucesso nas inúmeras crises que já vivi neste Brasil.

Negócio novo

Numa outra situação, se você está pensando em abrir um novo negócio, também há muitas oportunidades, embora outros fatores devam ser considerados. Se o negócio que você pensa em iniciar faz parte de um mercado maduro, com muitos concorrentes já estabelecidos, e está sendo afetado pela crise, a prudência recomenda que o investimento seja adiado, a menos que o seu diferencial realmente lhe dê uma vantagem competitiva enorme e seja de fácil percepção pelos seus futuros clientes. 
Se o setor é maduro e está sofrendo com a crise, significa que todos os concorrentes estão lutando pela sobrevivência, imprimindo agressividade comercial, redução de margens, inovações e ganhos de produtividade. Entrar nesse momento significa disputar arduamente cada cliente com concorrentes muito mais experientes do que você e, nesse caso, as suas chances serão pequenas. Adie o investimento e multiplique o seu capital enquanto aguarda dias melhores. 
Se a sua ideia é inteiramente nova e ainda será testada no mercado, adie também o investimento, pois em tempos de crise as pessoas arriscam, experimentam e investem muito menos, e você corre o risco de enterrar uma ideia que poderia ser um sucesso, apenas porque começou no momento errado. 
Mas, se o seu negócio está num setor relativamente novo, com poucos concorrentes, baixo índice de penetração - ou seja, com mercado potencial ainda pouco explorado -, e ainda apresenta bons índices de crescimento mesmo em meio à crise, você deve investir e aproveitar algumas oportunidades que só as crises proporcionam, como a drástica redução dos aluguéis e a disponibilidade de excelentes profissionais com salários reduzidos. Nestas situações, vale investir agora, mesmo que seja com um plano de negócios mais conservador.
Encerro lembrando uma famosa frase de Henry Ford: “Obstáculos (crises) são aquelas coisas medonhas que você vê quando tira os olhos de seu objetivo.” Bons negócios!

Quero ter um negócio. Como encontrar o setor certo para mim?

Dúvida do internauta: Quero ter meu próprio negócio, mas ainda não sei em que setor. Já pensei em muitas coisas: beleza, comida, barzinho, bordados e roupas. Como encontrar o negócio certo para mim?
Respondido por Antônio Carlos Guarini Perpétuo, especialista em empreendedorismo


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Esta é uma questão crucial para o sucesso de todo empreendedor, mas com frequência costuma ser relegada a segundo plano. A escolha de um setor deve ser uma decisão consciente, analisada sobre variados aspectos, e não resultado apenas de uma ideia ou vontade.
Escolher um modelo de negócio para empreender realmente não é tarefa das mais simples. É muito comum o empreendedor se agarrar a seus primeiros insights, mas isto deve ser evitado a todo custo.
Nesta escolha, o setor deve fazer sentido para o empreendedor, deve ser uma atividade com a qual ele se identifique e tenha prazer. Se o empreendedor não tem paixão por cozinhar ou comer, abrir um restaurante é meio caminho para o fracasso. Isso porque os desafios da vida empreendedora são enormes e demandam muita resiliência e automotivação, habilidades impossíveis de serem mantidas se o empreendedor não estiver altamente identificado com a atividade, com o dia a dia do negócio.
Mesmo que a ideia inicial tenha que ser completamente reformulada para o sucesso do negócio, a atividade deve continuar sendo atrativa ao empreendedor. Se for preciso adaptar um projeto de cozinha árabe para cozinha italiana, mas isto tira o sentido do negócio para o empreendedor, é porque não há identificação com o setor, apenas apego a uma ideia, e isto será fatal.
Também é muito importante que o negócio esteja alinhado aos valores e ao projeto de vida do empreendedor, levando em conta, claro, o curto e o longo prazo. Neste ponto, deve-se explorar o maior número de aspectos possíveis. Olhando para o exemplo dos restaurantes: se o expediente (que inclui compras durante a madrugada e trabalhos aos domingos e feriados), e o relacionamento com os clientes nas mesas (que inclui receber elogios e também reclamações despropositais) não estão dentro do perfil da pessoa, é melhor não prosseguir.
Vamos agora analisar outros aspectos importantes para a escolha do modelo de negócios:
Tamanho do negócio – as projeções de faturamento e lucro atendem às expectativas? Se o empreendedor espera um dia ter uma renda mensal de 100 mil, não deve abrir um negócio com potencial para 10 mil. Invista em um negócio com potencial à altura de seus sonhos.
Ambiente empresarial – se há muita informalidade e concorrência desleal no setor, isso inviabiliza o desenvolvimento de qualquer negócio sadio e perene. Fuja disso.
Nível de dedicação – uma vez que o modelo de negócio estiver maduro, ele permitirá que o empreendedor se afaste da linha de frente? Qual a dependência do modelo em relação à sua pessoa? A atividade vai morrer ou gerar valor, abrindo perspectivas para sucessão e venda no futuro?
Vida familiar – quais os impactos que a empresa pode causar à família do empreendedor? O empreendedor e a família estão conscientes e concordam com todos os aspectos do negócio, do risco ao grau de sacrifício inicial? Este aspecto é fundamental, pois sem o apoio da família os desafios a serem superados se agigantarão.
Grau de conhecimento do setor – as chances de sucesso são muito maiores quando o empreendedor conhece o setor em profundidade. Caso contrário, deve contar com alguém que tenha experiência e conhecimento necessários, a partir da fase inicial da construção do plano de negócios. Se isso não for possível, o próprio empreendedor pode desenvolver o conhecimento e até mesmo trabalhar, por alguns meses, como empregado no setor.
Outro fator crucial é entender o momento e a tendência do setor escolhido. Setores maduros, com muitos concorrentes estabelecidos, dificultam a diferenciação e reduzem as margens, pois normalmente a guerra é por preços. É o chamado oceano vermelho. Setores com poucos competidores e no início de tendências de mercado são ótimos, pois permitem que se agregue valor aos produtos e serviços, proporcionando ótimas margens de lucro. É o chamado oceano azul.
Bons negócios.

Como montar um negocio na internet para saber se sua ideia de negócio tem futuro

10 perguntas para saber se sua ideia de negócio tem futuro


Como identificar uma ideia de negócio promissora?

Escrito por Antônio Carlos Guarini Perpétuo, especialista em empreendedorismo
Para os empreendedores experientes, com visão e “faro”, isto pode até ser tarefa simples, mas para iniciantes trata-se de um desafio que deve ser encarado com extremo cuidado. Chancelar uma ideia com o carimbo de “negócio promissor” requer muito trabalho e disciplina, sem emoção e otimismo, o que é bastante raro em empreendedores brasileiros.
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Costumamos encarar nossas ideias como algo genial e infalível, e não apenas como uma hipótese para um novo negócio! Sim, porque, por mais que a ideia seja analisada e atenda a diversos requisitos, o teste real e definitivo vem apenas com o negócio rodando. Sempre haverá um bom grau de incerteza e risco em qualquer negócio, principalmente nos novos.
Para uma boa ideia virar negócio, devemos superar algumas etapas. A primeira é quase uma análise exploratória, requer muita pesquisa e pouco investimento, mas é justamente onde a maioria das ideias sucumbe. Dependendo da ideia, esta primeira etapa pode indicar a necessidade de estudos mais detalhados e aprofundados, como pesquisas de mercado ou testes em laboratório.
1. Qual será o seu mercado/público?
2. Ele precisa do seu produto ou serviço? 
3. Por que as pessoas ou empresas comprarão de você?
4. O seu posicionamento de mercado o situará num oceano azul, ou seja, o seu produto ou serviço será valorizado e percebido de maneira diferenciada?
5. Quem são os seus concorrentes no mundo e quais serão suas possíveis reações? 
6. Quais são os seus riscos: tecnológico, regulatório e de execução?
7. Submeta sua ideia ao crivo do tempo: avaliando sua viabilidade no curto, médio e longo prazo.
8. O seu negócio é escalável? Ou seja, a sua ideia é facilmente replicável e tem alto potencial de crescimento?
9. A sua ideia realmente será percebida como algo de valor pelo mercado ou durará apenas enquanto novidade?
10. Esse negócio estará alinhado aos seus valores internos, ou seja, você se realizará ao executá-lo?

Há inúmeras questões a serem analisadas em detalhes. Na fase inicial, que chamo de exploratória, é muito comum os empreendedores se fecharem, com medo de que alguém roube sua ideia genial. Nada mais equivocado, pois, ao expor sua ideia, o empreendedor coleta informações essenciais para amadurecê-la e desenvolvê-la. Compartilhe, principalmente com pessoas experientes na área na qual pretende atuar, pois elas lhe fornecerão dados e opiniões valiosos. Ouça com atenção e procure solucionar os problemas apontados por terceiros.
A última etapa é a elaboração do plano de negócios, que deve ser minucioso e bem elaborado. Este é o momento de definir se a ideia tem potencial para se tornar um negócio sustentável ou se ela é inviável.
Agora, mais importante que a ideia em si, é a forma como é colocada em prática para que seja valorizada e consumida pelo mercado. Uma mesma ideia pode prosperar ou fracassar, dependendo da visão do empreendedor ao definir a sua forma de implantação.
Outro fator é o apego à ideia original. Isso pode levar ao fracasso, então é importante ter flexibilidade para adaptar, mudar ou até reinventar a ideia original, em função do mercado. O foco deve ser na oportunidade, e não na ideia em si. Mude. Aproveite a oportunidade. Não teime em querer convencer o mercado de que você é quem está com a razão.
Há muitas oportunidades. Permaneça atento e mantenha a sua curiosidade intelectual em alta. As ideias surgirão!

Quer iniciar um negócio, mas não tem muito dinheiro para investir? Isso não é problema
Assista o pré treinamento:

Jovem montou negócio de US$ 1 bilhão sem terminar o colegial

Ben Nash é responsável pela PCS Wireless, que vende eletrônicos que ninguém mais quer
O americano Ben Nash tem 32 anos e está à frente da PCS Wireless, empresa que faturou US$ 740 milhões em 2014 e espera atingir a casa do US$ 1 bilhão em 2015.
Em 2000, Nash largou o ensino médio em um internato em Nova York, nos Estados Unidos,  e começou a trabalhar como um distribuidor no varejo de produtos eletrônicos. Não demorou muito para o rapaz perceber que gostava muito mais de trabalhar do que estudar. Aos 17 anos, ele já era um dos principais vendedores da empresa na qual trabalhava.
Nash recebeu várias ofertas de emprego, mas conversando com alguns amigos, viu que existia uma oportunidade no mercado de eletrônicos: vários aparelhos usados ainda em perfeitas condições não eram aproveitados e acabavam nos depósitos dos fabricantes e nas gavetas dos clientes.
Foi assim que o jovem empreendedor criou a PCS Wireless, uma empresa que revende celulares e tablets usados. “Em 2015, nós compraremos e revenderemos cerca de 10 milhões de celulares e tablets em mais de 20 países a partir de uma rede de 2500 distribuidores”, afirma Nash.

Salão de beleza fatura R$ 7 milhões com tatuagens, cervejas e festas

O empreendedor Rodrigo Lima decidiu inovar com o Circus Hair, salão de cabeleireiro que, além de cortar, faz tatuagens, vende cervejas artesanais e realiza festas e cursos
No centro de um salão de 700 m² decorado com elementos circenses fica um bar em formato de carrossel. Lá, ao som de um típico rock britânico dos anos 1960, diferentescervejas artesanais são servidas para os clientes. Essas pessoas, ao contrário do que o visual do estabelecimento aponta, não estão esperando a pista de dança esvaziar ou a próxima atração entrar no picadeiro, mas, sim, sua vez de cortar os cabelos. Este é o Circus Hair, barbearia, salão de beleza, estúdio de tatuagens, escola e casa de festas na Rua Augusta, em São Paulo, do empreendedor Rodrigo Lima, que fatura entre R$ 5 milhões e R$ 7 milhões por ano.
Cabeleireiro há mais de 20 anos, Lima conta não sonhava com essa profissão, mas se apaixonou depois de começar. Ao longo desse tempo, depois de ter trabalhado por muitos anos como funcionário, decidiu abrir o próprio salão. “Gostava muito da interação com os clientes.” Mas, nas duas primeiras tentativas de empreender, Lima teve problemas com seus sócios e deixou os negócios.

Em 2012, decidiu abrir outro salão, agora ao lado da esposa Patrícia Saito. Inspirados em suas experiências pessoais, trouxeram para o empreendimento elementos culturais que foram muito importantes para as suas vidas. Junto aos clássicos circos ingleses itinerantes, componentes como rock and roll, cinema, quadrinhos e até mesmo pubs fizeram parte do planejamento do casal.
A ideia era lançar um negócio mais focado na experiência dos clientes, deixando de lado as “paredes brancas e opacas” dos típicos salões de cabeleireiros. “É um pouco do conceito da sociedade do espetáculo. Comecei a trazer para o salão o que gostava e fazia sentido para mim”, afirma Lima. O aluguel e as reformas primeira unidade, com 300 m² na Rua Pamplona, região próxima à Avenida Paulista, em São Paulo, custaram R$ 280 mil.

Expansão

Oferecendo cortes masculinos e femininos entre R$ 50 e R$ 90, a expansão não demorou a acontecer. Segundo Lima, os primeiros meses do negócio ficaram marcados pelas longas filas de espera. Por isso, ele e Patrícia decidiram expandir a empresa, alugando um espaço um pouco “menor e intimista” na Rua Augusta, também em São Paulo.

A ideia era trazer a experiência do primeiro salão para um número menor de clientes, com um tratamento mais próximo. Mas assim que a casa foi lançada, filas e mais filas. Com ocupação máxima nos primeiros meses, Lima decidiu arriscar ainda mais: alugou um espaço de 900 m² na mesma rua e montou seu maior ponto. Para desenvolver o novo projeto o casal investiu cerca de R$ 600 mil.

O salão conta com um grande pub em formato de carrossel no centro, área para eventos e cursos, bancadas de corte, fliperamas, mesa de DJ, sinuca e biblioteca. Além de uma sala de projeção, onde os empreendedores organizam sessões de cinema.

Outro destaque do negócio é o que nomearam de Jam Session, uma festa que acontece sempre no último sábado do mês. No dia, DJs dividem o espaço com exposições de arte. Lima conta que procura parceiros e patrocinadores, como as marcas Jameson, Heineken e Ben & Jerry’s, para as festas.
Público respeitável

Com a construção da nova unidade, o Circus Hair atende mensalmente cerca de dez mil pessoas. Apesar dos diferentes serviços prestados pela empresa, o corte ainda é o grande carro-chefe do empreendimento. Mesmo assim, ressalta que o grande trunfo do Circus Hair é acomodar diferentes negócios em um único espaço. “É o conceito do circo, um show grandioso que reúne vários pequenos espetáculos.”

E, financeiramente, a resposta tem se mostrado positiva. A meta é alcançar os R$ 10 milhões de faturamento nos próximos anos. Um projeto de franquias está sendo planejado para 2016. “Estamos desenvolvendo o manual da identidade da marca. Mas são negócios possíveis para o Circus”, diz.


6 microfranquias para trabalhar em casa

É possível começar a empreender com uma marca consolidada e, ao mesmo tempo, aproveitar as vantagens do home office. Confira opções


Trabalhar em casa é o sonho de muita gente. Afinal, quem adere ao home office não perde tempo no deslocamento para o escritório, não gasta dinheiro com o aluguel de uma sede e pode ter horários flexíveis e ainda ficar ao lado da família. As microfranquias são uma opção para fazer tudo isso. O investimento máximo de um empreendedor nessa modalidade é de R$ 80 mil, de acordo com critério da Associação Brasileira de Franchising (ABF).


Parte das microfranquias permite que o trabalho seja tocado de casa. A Expo ABF Franchising Rio, evento de franquias que acontece até sábado (27/9) na capital fluminense, reúne algumas delas. Confira:

1. Learning Fun
A rede de ensino de inglês para crianças existe há 33 anos e tem um modelo home-baseddesde 1997. Os professores que aderem ao formato podem fechar acordos com escolas de educação infantil e trabalhar de duas maneiras: assumindo a disciplina de inglês da instituição ou oferecendo as aulas como uma atividade extraclasse. Para se tornar um franqueado desse formato, é preciso desembolsar R$ 25 mil. O valor contempla o pagamento da taxa de franquia, material didático e gráfico e um kit demonstrativo. O professor também passa por um período de treinamento para se adaptar ao método de ensino da rede.


2. Super Marido

A empresa, criada pelo empreendedor Eugênio Prado em 2010, é voltada para profissionais "faz-tudo" – especialistas em elétrica, hidráulica, telefonia e pequenas reformas. O investimento inicial na franquia é de R$ 15 mil. "Conforme o 'super marido' vai conquistando clientela, pode ser necessária a contratação de mais funcionários e a migração para uma loja", diz Prado, referindo-se ao modelo físico da franquia.



3. Elefante Verde
Criada há três anos, a Elefante Verde tem como função levar pequenos negócios para a internet. A empresa cria sites e realiza campanhas no Google e e-mails marketing para seus clientes, entre outros serviços. Com o objetivo de atingir municípios de todo o Brasil, a Elefante Verde entrou no sistema de franquias. "Foi uma forma de crescer e atrair pessoas com conhecimento das regiões onde estão", afirma Caio Sigaki, fundador da empresa. O papel dos franqueados da Elefante é prospectar os empreendedores e oferecer soluções de tecnologia a eles. Os interessados em trabalhar de casa investem cerca de R$ 13 mil para ter uma franquia.



4. San Martin Seguros
A San Martin é de São José do Rio Preto há 19 anos. Desde fevereiro, a empresa está no franchising. "Percebemos que havia oferta, já que, hoje, o brasileiro busca seguros de vários tipos", diz Weverton Carvalho, diretor de expansão da marca. A San Martin oferece um modelo de crescimento gradual aos franqueados. "Eles começam trabalhando de casa. No médio prazo, o esperado é que haja a contratação de funcionários e, posteriormente, a criação de uma unidade física", afirma Carvalho.



Os franqueados ganham o direito de vender seguros de 28 empresas diferentes. Não é necessária experiência no setor. "O mercado de seguros é muito complexo, mas deixamos apenas a 'parte divertida' para o franqueado. A responsabilidade deles é formar uma carteira de clientes. Os cálculos, por exemplo, são feitos pela franqueadora."



O investimento total na franquia é de R$ 15,8 mil. O franqueado ganha comissões por cada venda feita e repassa uma parte do valor à franqueadora.



5. Guia-se
O Guia-se foi criado há 17 anos pelo empreendedor José Rubens. No começo, a empresa era focada em guias, com informações sobre as empresas de uma determinada região. No entanto, a necessidade dos clientes em construir sites motivou Rubens a mudar os rumos da empresa, que hoje oferece soluções de marketing online. "Criamos páginas, lojas virtuais e links patrocinados. Também gerenciamos mídias sociais e posicionamos, com SEO [search engine optimization, ou otimização dos motores de busca], nossos clientes no topo das buscas do Google", afirma Rubens.



A divisão da atuação do Guia-se obedece a um critério simples: um franqueado para cada área com 5 mil empresas e cerca de 100 mil habitantes. Uma unidade home-based custa R$ 26,9 mil.



6. Ligue Site
A franquia tem como foco a criação de sites para pequenos empresários, mas também oferece a hospedagem da página e o gerenciamento de redes sociais. Segundo Ruy Ferreira, diretor de expansão da Ligue Site, cada um dos atuais 140 franqueados atua em regiões com mais ou menos 200 mil pessoas. O investimento na rede é de R$ 35 mil.