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Desorganização atrapalha funcionamento do cérebro e provoca estresse


O fim de semana chega e é hora de tentar pôr ordem à bagunça acumulada durante toda a semana. Se essa tem sido sua rotina nos dias de folga — e mesmo assim, o problema parece nunca chegar ao fim —, melhor rever seus hábitos. Segundo especialistas, viver em meio à desorganização gera estresse e perda de tempo, o que interfere diretamente no bem-estar e na qualidade de vida.
Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, ser organizado facilita o trabalho do cérebro, pois permite que ele tenha previsibilidade para executar tarefas.
— Quando está tudo embaralhado e alguém procura algo, o cérebro gasta tempo e performance para achar o que se quer. Com isso, ele fica cansado e há queda de rendimento em atividades que exigem mais energia, como tomada de decisões, por exemplo — diz o médico. — Se o ambiente está arrumado, a pessoa já parte do meio do caminho. Isso traz tranquilidade, gera serotonina (neurotransmissor) e controla o bem-estar.








De acordo com a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, toda bagunça é resultado de uma procrastinação que, em geral, se deve a alguma insatisfação.
— Se as pessoas não estão felizes, elas ficam empurrando tudo com a barriga — afirma a especialista em comportamento humano.
Para as crianças, organização é fundamental para o aprendizado. Estudar em ambientes desarrumados dificulta a concentração em uma só tarefa, o que atrapalha a consolidação de informações no cérebro.
— Os pequenos pegam o exemplo dos pais. Não adianta dizer a eles para manter o quarto impecável se o resto da casa está bagunçado — diz Myriam Durante.

Conheça a história da origem do Dia do Abraço

Abraço é estar entre os braços de outra pessoa. É uma das formas de demonstrar diversos sentimentos, como carinho, afeto e bondade. É uma ligação com o outro.
E no dia 22 de maio é comemorado o Dia do Abraço. Mas você conhece a história da data?


A iniciativa da comemoração da data partiu do australiano que usa o pseudônimo de “Juan Mann”, no ano de 2004.
Juan começou a Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Grátis) na Pitt Street Mall, uma rua de Sydney, e tinha como objetivo oferecer abraços para pessoas que estivessem passando, e assim incentivando para que eles agissem da mesma forma. Mann acredita que abraços deixam as pessoas muito mais felizes.


Uma curiosidade é que Juan foi impedido de continuar com a ação, já que guardas da cidade australiana exigiram que ele parasse. O motivo foi que caso ele fosse ferido durante um dos abraços oferecidos a um dos desconhecidos, a prefeitura poderia ser processada por não ter protegido um dos seus cidadãos.
Sendo assim, Juan e seus amigos fizeram uma petição para que pudessem ter permissão e dar continuidade. Eles conseguiram 10 000 assinaturas e receberam cartão verde para continuar a distribuição dos abraços.

A ação se tornou muito popular quando Juan teve a sorte de oferecer seu abraço para Shimon Moore, vocalista da banda Sick Puppies, que gostou muito da idéia e acabou se aproximando de Mann.
Pouco tempo depois Moore começou a gravar Juan pelas ruas de Sydney. Quatro anos depois, a avó de Juan Mann faleceu, e Moore usou as cenas filmadas para montar um clipe da música “All the same“. O resto da banda gostou muito do resultado, e sugeriu que ele fosse postado no YouTube. Depois de dois dias o vídeo atingiu 250 mil visualizações.

O mundo conheceu a campanha, e países como o Brasil, Portugal e Espanha fizeram a sua versão do “Free Hugs”, e por isso hoje conhecemos o dia 22 de maio como o Dia do Abraço.

Se você está à procura de um amor verdadeiro este texto é para si

As duas amigas conversavam enquanto engoliam o sorvete; blasfemando sobre o pecado calórico que estavam cometendo. Elas eram bonitas e caberiam perfeitamente em qualquer calça jeans número trinta e oito. Tinham uns trinta e poucos anos


— Eu não sei o que acontece com ela! A vida dela é toda perfeita! Ela nunca passou por nada de ruim na vida. Sempre foi a boazinha. Agora se casou, teve uma filhinha. Nunca sofreu, sempre namorou esse cara e agora vivem super felizes.
—Ai, eu queria um amor assim, que ódio! Ontem nem fui à academia para não ter que olhar para a cara daquele imundo. À noite, tomei duas doses de vodca para dormir.
— Ódio eu estou da minha chefe, gorda, desgraçada. Acha que eu sou estagiária. E meu pai ainda vem me dar lição de moral quando eu reclamo do trabalho. Só porque está me ajudando a pagar a pós. Preciso arrumar um homem urgente, amiga, para me tirar dessa vida…

— Eu também, tô muito carente, acho que hoje à noite vou chamar o…
— Não faça a burrada de sair com aquele Buda! Tá louca? Barrigudo, mala, metido a artista. Olha para você, toda linda! Um cara que sai de chinelo para a rua”, para mim não serve.
Se fossem ali questionadas, elas certamente diriam que procuram e querem um amor. Querem amar, querem ser amadas. E sabem qual a única razão pela qual não estão “superfelizes” como a “amiga” a que se referem? Por uma questão de espaço.
Dois corpos não ocupam o mesmo lugar, regra básica da física, que serve também para o amor. Não há amor, nem felicidade, nem paz onde se cultiva e se prolifera o ódio, a inveja e o preconceito. Sem demagogia, o discurso delas é comum e poderia ter sido de qualquer um de nós; todavia, o discurso vem do pensamento e o pensamento é que rege as nossas ações. E então vem a pergunta: como o amor pode chegar a elas?
Não há como amar, tampouco ser amado, quando as suas ações são regidas por sentimentos que o afastam o tempo todo. Um olhar de ódio para tudo e para todos leva a um vício: o de reclamar. Se nada for bonito, encantador, terno e apaixonante, a vida será sem graça, é óbvio. O amor precisa de espaço para entrar, para chegar. Precisa de portas abertas, de olhar calmo, de leveza, de paixão, de sorrisos e, se houver arte, se houver música, vai ser mais fácil.

Em meio à correria dos sorvetes engolidos sem “tesão” algum, num mundo onde as academias são os únicos lugares para que seres da espécie humana se entreolhem e se escolham, há pouco espaço para o amor. O ódio, a inveja e o narcisismo adoeceram a raça humana, que parece ter se esquecido dessa necessidade tão básica que temos do afeto.
Antes dos 18 anos, meninas riem das amigas “ainda” apaixonadas; elas buscam por curtidas, por comentários, xavecos virtuais e por serem desejadas, para que, aos 30, estejam como as protagonistas do início desse texto — cheias de ódio, de desesperança, impregnadas por uma incapacidade de deixar que algo bom saia de suas bocas. Reclamam o tempo todo, odeiam, invejam, xingam e acreditam piamente que, um dia, vão encantar alguém.
As pessoas estão perdendo o encanto e o tesão: pela vida, por nós mesmos e, claro, pelo outro. Sem amor, adoecemos — Buda, Cristo, a mitologia grega e a psiquiatria já provaram isso. Odiar é um vício que se alastra, é feito uma bactéria que se procria em todo o ser da espécie humana.
Talvez o amor seja a única salvação, talvez seja a única coisa que realmente valha a pena na vida, mas ele se tornou um estranho para muita gente. Uma grande parte das pessoas não o conhece, nunca o viu — tornou-se solo infértil para ele, parece criar um campo magnético de repulsa ao afeto, exatamente por estar impregnada pelo seu oposto — o ódio.
Da citação de coríntios ao dizer que “sem amor eu nada seria” até os Estúdios Disney terem finalmente mostrado que o beijo de amor pode ser até entre duas irmãs, a humanidade tem sido — o tempo todo — “avisada” sobre como proceder para ser feliz. O trânsito, a política, os seus pais e a sua chefe não seriam problema se houvesse mais amor e o tão sonhado amor para toda a vida seria uma realidade se simplesmente nos dispuséssemos a cultivá-lo. Há apenas um único obstáculo, o ódio, e ele pode estar atrapalhando. Vire a chave, experimente amar mais; se funcionar, escreva-me contando — eu adoro histórias de amor.

Os Piores Inimigos de um Relacionamento!

As razões que levaram cada casal à decisão de estarem juntos podem ser as mais variadas possíveis. O que podemos nos certificar é que em comum a todas elas, tem-se o desejo de que a união dê certo. Afinal, o dia a dia de qualquer casal nem sempre será flores e, por isso, o exercício da tolerância, flexibilidade e cumplicidade tornam-se fundamentais. Exatamente por não se tratar de um conto de fadas são diversos os relacionamentos que invariavelmente enfrentam crises, mas o agravamento e cronicidade delas podem culminar em sérios prejuízos para a relação.


Falta de Respeito: Este tópico pode aparecer claramente durante qualquer discussão de um casal. Quando falamos de um relacionamento saudável, durante um desentendimento ambos conversam e compartilham pontos de vistas, para que mais elucidados possam encontrar um denominador comum e seguir a diante. Mas, quando diante de conflitos, o casal age com ironia, sarcasmo, acusando, inferindo ou mesmo agredindo ao ponto de desqualificar e machucar o parceiro, estamos antes de tudo frente a muita falta de educação e, com certeza, de muito desrespeito.
Falta de Tempo: A rotina caótica da contemporaneidade sem dúvida alguma é agravante no dia a dia de qualquer um de nós. Mas, se escolhemos nos relacionar e construir uma família, precisamos de alguma forma administrar melhor o tempo, preservando a qualidade das relações. Costumo dizer que relações são como plantinhas, que se não regadas com periodicidade, murcham e morrem. Assim funcionam os relacionamentos amorosos: precisam de tempo dedicados às atividades de lazer, entretenimento, momentos de relaxamento e, principalmente, períodos de namoro.
Infidelidade: A infidelidade é um dos principais Vilões do Relacionamento. Além disso, é quase mortal para a relação. Poucas pessoas possuem a capacidade de superar por completo uma traição. Normalmente a traição gera uma quebra quase irrecuperável da confiança, que carateriza um golpe profundo no amor. Além disso, promove naturalmente um distanciamento físico entre o casal.
Ciúme Excessivo: O ciúme é natural numa relação amorosa. É sinal de cuidado, de que o outro é importante e que a perda gera incômodo. Até ai nenhum problema. O problema surge quando ele ultrapassa os níveis normais e começa a gerar controle excessivo da vida do parceiro. Começa a gerar invasão de privacidade e desconfianças excessivas. Fatos sem qualquer relação com uma traição passam a ser vistos como indícios de infidelidade. Nesses casos o veneno começa a fazer efeito e a relação começa a sofrer.
Orgulho em Excesso: O orgulho é o traço da personalidade que é o maior inimigo da humildade. O orgulho em excesso gera grande dificuldade de reconhecimento e correção de erros. Daí surge uma rigidez de posicionamentos o que dificulta bastante a acomodação da relação e as necessárias adaptações de comportamento para a harmonia do casal. Vale lembrar o dito popular: “quem vive de orgulho, morre de saudades”.

Mulheres que usam roupas pretas regularmente são pessoas poderosíssimas

Vestir-se toda de preto é mais do que uma escolha indumentária. Pessoas que possuem o guarda-roupa todo black revelam traços específicos de sua personalidade. Pesquisas sobre percepção afirmam que esses indivíduos tendem a ser honestos e independentes. Além disso, os homens e mulheres de preto são indivíduos que não costumam arrepender-se das suas ações.


Já deu para perceber que quem tem o costume de se vestir de preto são pessoas poderosíssimas, não é mesmo? E quando falamos de mulheres, isso é ainda mais evidente.
Aqui ficam todas as razões pelas quais nunca deves mexer com uma mulher que se veste de preto:
Mulheres que vestem preto levam uma vida corrida. Elas tendem a trabalhar duro e equilibrar todo o caos nas suas escolhas indumentárias.
De acordo com estudos, as mulheres que usam preto passam a imagem de atraentes, bem sucedidas e confiantes. São pessoas poderosas que tendem a impor respeito.
Elas são despretensiosas. Podes ter a certeza que essas mulheres não precisam da tua aprovação.
Elas valorizam a independência. Reclama com uma mulher de preto e a tua resposta será apenas um exemplo de como poderias resolver a questão.
Elas não seguem tendências, apenas se preocupam em serem elas mesmas. As mulheres valorizam a auto-expressão e nunca “seguem a multidão”.
Elas são sinceras. Se pedires a sua opinião, assim a terás. Elas jamais falarão algo só para te agradar.
Se elas não estão a confrontar-te sobre as tuas mentiras, elas certamente percebem o que estás a fazer. Elas são observadoras natas, por isso é que preferem simplicidade nas suas vidas. No entanto: elas estão conscientes das tuas motivações muito antes de ti.
Elas não têm medo de mudanças. Seja com amigos, empregos, relacionamentos, roupas… se algo não está como elas querem, elas vão encontrar uma forma de arranjar.
São elegantes e intimidadoras. Elas parecem graciosas, lindas e elegantes. Mas por dentro são muitas vezes furiosas. Mexe com uma para tu veres!
Elas não se importam muito com a tua opinião. Essas mulheres não querem saber se tu gostas delas ou não. Suas atitudes não são voltadas para te conquistar.
Elas se preocupam mais com o que elas fazem do que com que elas se parecem. Isso porque elas valorizam as ações e não as aparências.
É claro que isso é muito pessoal e cada pessoa é um ser único. Mas todas essas características são baseadas em estudos da psicologia – que afirmam que as escolhas das cores podem dizer muito sobre a nossa personalidade. Mostra para aquela tua amiga o quanto ela é poderosa!

Tremer de frio emagrece seis vezes mais que fazer atividade física, afirma estudo

Um estudo afirma que sentir frio pode ajudar a emagrecer.

De acordo com o estudo realizado pelo endocrinologista Paul Lee, do Instituto Garvan de Pesquisa Médica, da Universidade de Sidney, Austrália, os tradicionais “tremores de frio” são capazes de estimular a conversão da “gordura branca”, responsável pelo armazenamento de energia, em “gordura marrom”, que, por outro lado, estimula a queima de energia e que nos protege contra o frio.

Um total de 50 gramas de “gordura branca”, aproximadamente, acumula 300 quilocalorias de energia, enquanto 50 gramas de “gordura marrom” podem queimar até 300 quilocalorias por dia.
Se você ficar exposto a tremores de frio, entre 10 e 15 minutos, equivaleria a prática de exercícios físicos moderados por uma hora.
Se você ficasse exposto a tremores de frio, entre 10 e 15 minutos, equivaleria a prática de exercícios físicos moderados por uma hora, chegando assim a ser até 6 vezes mais eficiente.
O estudo foi publicado na revista “Cell Metabolism”.
Fonte: Hypescience

A força do amor de uma mulher


Toda mulher amorosa é uma mulher curandeira. Uma mulher cheia de força, que alimenta de bondade todos aqueles que a rodeiam, que olha com olhos serenos da vida, que é sincera com sua identidade, que cura com um beijo.
Uma curandeira é aquela cheia de energia, que infunde e transmite carinho, que abraça o amor com mais amor, que leva seus segredos, que vai fundo, que conhece o perdão, que vive em graça, que ensina a saber.
Uma curandeira é humana, compreensiva, conhecedora do seu poder, da sua inspiração, da sua permanência, do seu caos e ordem, defensora da sua vida, das suas necessidades, dos seus sonhos e das bagagens das suas lembranças.

O dom de ser uma mulher curandeira

Portanto, uma mulher curandeira é aquela que onde passa, fica. É aquela que colhe sempre do coração, que pisa forte, que é consciente do que ocorre ao seu redor, que é decisiva.
Não conhece a perfeição e nem a imperfeição, simplesmente É. E com essa potência ajuda os outros a SEREM. Para isso é necessário vocação, uma luta com os seus juízos, um conflito com o entorno.
Porque ser uma mulher curandeira nem sempre é fácil, há muito que lutar. É preciso lutar contra tudo aquilo que não permite sentir o que cada momento transmite, que tenta mudar os direitos, que tenta submeter os nossos sonhos, que menospreza a nossa necessidade.
Portanto, ser uma curandeira também é saber dizer basta, não permitir a escravidão, ser uma só, não necessitar, mas amar sem medida e acima de qualquer coisa. A partir daí, encontramos a balança que hipnotiza o equilíbrio emocional da mulher.

A força do amor de uma mulher

Não existe nada mais forte que o amor de uma mulher que põe empenho no seu bem-estar, que aceita a si mesma, que compreende seu presente e tem em mente o seu passado.
Através das suas experiências e do seu conhecimento, uma curandeira compartilha a profundidade do tempo, o significado dos desejos e a importância de colecionar os sonhos cumpridos.

Toda mulher possui dentro da alma uma guerreira que palpita, que lhe dá luz, que lhe dá esperanças, forças e armas para lutar. É essa guerreira interior que cura suas feridas, traições, decepções e rejeições.
E essa luz é a mesma que lhe faz amadurecer, tornar-se saborosa, explorar a sua inteligência, saber administrar-se, equilibrar a sua intuição e a sua razão, fazer bela a arte da vida e a da luta ante as adversidades.

O coração de uma mulher, um oceano de mistérios

O coração de uma mulher amorosa é um oceano de mistérios repletos de peixes que brilham quando está escuro, o que o torna tão estranho quanto mágico. O coração de uma curandeira é algo que conecta a profundidade de mil mistérios. 
É um coração que bate por si próprio, que se desmancha em bondade, em respeito, em segurança, em força, em inteligência e em carinho. Esses são os pilares que sustentam o edifício da mulher curandeira, a que olha sua vida de maneira generosa, que não se esconde.
Isso faz com que as ações se conectem e se equilibrem com o sentir e o pensar, que a mulher seja consciente de si mesma, do que ela é, do que foi e do que é capaz de ser, porque a melhor cura é a aceitação…
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A curandeira é aquela que está vestida de força e dignidade, de chaves que abrem portas do pensamento, de maquiagem da realidade com a cores da vivência, de uma coleção de motivos, de razões que a esperam…
O melhor remédio para a alma é a doçura do outro ser humano, a amabilidade e a sensibilidade de quem escuta, de quem trata a si mesmo com respeito e valoriza os outros como um tesouro. Isso é o que define a mulher amorosa, a curandeira.

Abraços protegem contra estresse, depressão, infecções e gripes, diz estudo

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, 
Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em inglês), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças.
Pesquisas anteriores já mostraram que o estresse torna as pessoas mais suscetíveis a ficarem doentes.
“Sabemos que pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe”, afirma Cohen. “Da mesma forma sabemos que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do estresse, em estados de ansiedade e depressão“.
Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.
Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe.
Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.
Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe – exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança. Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social – como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo -, os sintomas da doença foram mais brandos.
O estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse“.
“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infecções”, diz.
(Fonte: noticias.uol.com.br )


Pessoas que falam sozinhas não são malucas, mas sim verdadeiros génios! Está provado!

“Se eu fosse o meu suave creme de pêssego, onde estaria?”, digo eu para ninguém quando estou à procura da minha loção de banho favorita. Depois: “Aha! Aqui estás tu. Rolaste para debaixo da cama seu maluco”.


Eu falo muitas vezes sozinha. E não é só na privacidade da minha própria casa. Falo sozinha quando estou a descer a rua, quando estou no meu escritório ou quando estou a fazer compras. Ajuda-me a materializar aquilo em que estou a pensar.

Isso faz-me parecer louca. Pessoas malucas falam sozinhas, certo? Elas conversam com as vozes dentro das suas cabeças. Se estás a falar sozinha, todos pensam que és uma doente mental.

Tenho a certeza que muitas pessoas já me viram nas ruas de Lisboa e pensaram, “As drogas fizeram-lhe mesmo mal”.

Falares para ti mesmo, pelos visto, é um sinal de um génio.

As pessoas mais inteligentes no mundo falam sozinhas. Vejam os monólogos das mentes mais brilhantes. Vejam a poesia! Vejam a história!

Albert Einstein falava sozinho. Ele costumava repetir as suas frases para si mesmo em voz baixa.

Estão a ver? Não estou sozinha, e não sou completamente desvairada. Sou simplesmente muito esperta. Ha!

Falar para ti mesmo faz com que o teu cérebro trabalhe mais depressa.
Num estudo reportado pelos psicólogos Daniel Swigley e Gary Lupya, eles afirmam que falares para ti mesmo é actualmente muito benéfico.

Somos todos culpados disso, né? Mais vale celebrarmos e percebermos os benefícios.

Dizer as coisas para ti mesmo desperta a memória. Solidifica o objectivo final e torna-o mais tangível.

Falar para ti mesmo ajuda-te quando sabes o que precisas.
Se quiseres encontrar alguma coisa, dizer o nome do objecto em voz alta ajuda-te a encontrá-lo apenas quando estás familiarizado com a sua aparência.

Tens que saber do que é que estás à procura; caso contrário, vais apenas confundir-te. Segundo Lupyan:

Falares para ti mesmo nem sempre te ajuda — se não souberes como é que um objecto realmente se parece, dizer o seu nome pode não ter nenhum efeito ou atrasar-te em encontrá-lo.

Noutras palavras, não podes encontrar sentido em algo sem saberes com o que é que estás a lidar. Se souberes o que precisas e repetires o seu nome para ti mesmo, vais aumentar as tuas hipóteses de o descobrires.

Enquanto criança aprendeste falando para ti mesmo.
Bebés aprendem a falar ouvindo os crescidos e imitando o que eles dizem. Falar tem tudo a ver com prática.

Precisamos ouvir as nossas vozes para aprendermos a usá-las.

Um discurso auto-dirigido pode guiar-nos na direcção certa para os nossos problemas. Falando para nós mesmo estamos a concentrar-nos na tarefa que temos em mãos.

Falares para ti mesmo ajuda-te a organizares os pensamentos.
O que mais me ajuda quando falo para mim mesma é que sou capaz de organizar as inúmeras ideias que correm pelo meu cérebro.

Ouvir os meus problemas acalma-me. Estou a ser a minha própria terapeuta: a minha voz exterior está a ajudar o meu eu interior a resolver os seus problemas.

Segunda a psicologista Linda Sapadin, falares em voz alta para ti mesmo ajuda-te a validares importantes e difíceis decisões. Todos sabemos que a melhor forma de resolvermos um problema é falando sobre ele. Uma vez que é o teu problema, porque não falas contigo mesmo?

Falares para ti mesmo ajuda-te a atingires os teus objectivos.
Fazer uma lista de objectivos e decidir atingi-los pode ser muito difícil de fazer. Pode até ser devastador.

Ires falando para ti mesmo durante esses objectivos é uma forma muito mais eficaz para os atingires. Se te acompanhares durante o processo, cada passo irá parecer menos difícil e muito mais conciso.

As coisas vão começar a parecer mais realizáveis, e tu ficarás menos apreensivo em mergulhares nos teus problemas.

Falares para ti mesmo significa que és auto-confiante. Tal como Albert Einstein, pessoas que falam para elas mesmo são altamente competentes e contam com elas próprias para descobrirem o que precisam.

Nós “pessoas malucas” somos as mais eficientes e inteligentes da multidão. Nós tomamos tempo para ouvir as nossas vozes internas, em voz alta e orgulhosa!

Ciência comprova: é melhor estar só do que mal acompanhado

Um novo estudo sugere que estar infeliz em um relacionamento traz mais prejuízos para a saúde do que estar solteiro



Boa notícia para os solteiros: a ciência comprovou que o velho ditado “antes só do que mal acompanhado” é verdadeiro. Um estudo publicado recentemente no periódico científico Family Psychology mostrou que, para a saúde, é melhor estar sozinho do que em um relacionamento infeliz. Por outro lado, relacionamentos de alta qualidade estão associados a uma melhor saúde física e mental.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Buffalo, em Nova York, analisaram, ao longo de dois anos, jovens adultos que estavam em relacionamentos sérios. De acordo com os autores, a maioria das pesquisas sobre relacionamento e saúde foca o casamento, mas outros tipos de relacionamento podem impactar, para melhor ou para pior, a saúde, principalmente em jovens adultos que tendem a se casar mais tarde.

Os participantes do estudo responderam a questões relacionadas aos seguintes fatores sobre seus relacionamentos: satisfação, hostilidade de cada parceiro, críticas, apoio, bondade, carinho, compromisso e comportamento fora do relacionamento. De acordo com os autores, ao longo do estudo, um terço dos participantes passou por grandes mudanças em suas relações.
Os resultados mostraram que quanto mais as pessoas estiverem em relacionamentos longos e de alta qualidade, ou quanto mais rápido saírem de relações de baixa qualidade, melhor será sua saúde. Segundo Ashley Barr, principal autora do estudo, padrões de instabilidade nos relacionamentos estão relacionados a sintomas de depressão, problemas com álcool e a prejuízos para a saúde em geral.
“Não é estar em um relacionamento o que importa; benéfico é estar em uma relação de longo prazo e alta qualidade. Relacionamentos de baixa qualidade são prejudiciais à saúde. Os resultados sugerem que, para a saúde, é melhor ficar solteiro do que estar em um relacionamento ruim”, afirma Ashley Barr, principal autora do estudo.
Estudos anteriores já haviam associado insatisfação no relacionamento com problemas de saúde. Uma pesquisa publicada no periódico científicoPsychosomatic Medicine mostrou que pessoas que têm poucas interações positivas com o seu cônjuge ou parceiro corriam um risco 8,5% maior de ter um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral (AVC) do que aquelas que tinham interações predominantemente positivas. Outro estudo, publicado no periódico especializado Health Psychology, sugeriu que mulheres em casamentos felizes têm quatro vezes mais chances de sobrevivência a longo prazo depois de uma cirurgia de ponte de safena. Entretanto, os cientistas ainda não sabem explicar por que esses relacionamentos têm impacto na saúde das pessoas.


fonte : veja.abril