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A idade real do seu corpo

Pesquisadores noruegueses criam fórmula que calcula com precisão se o nível do condicionamento físico de cada um está adequado à idade cronológica - ou se está muito longe disso

RECEITA

Caroline alia exercícios e alimentos que aceleram
o metabolismo para atrasar o desgaste do corpo

Uma fórmula simples, rápida e disponível na internet (www.worldfitnesslevel.org) indica com precisão a idade real do corpo. Ela foi criada por pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e calcula o nível de condicionamento de cada um, revelando se ele está de acordo com o que se espera para a idade cronológica ou, ao contrário, se está bem distante disso.
A informação é fundamental para que se possa ajustar o treino de forma que o indivíduo atinja o nível de Volume de Oxigênio Máximo (VO2max) adequado à sua idade e sexo. A taxa mostra a capacidade de absorção de mililitros de oxigênio por minuto em relação ao peso. Quanto melhor ela for, melhor o funcionamento metabólico do corpo e a força cardiovascular. No entanto, se o índice estiver abaixo da média, a idade biológica é maior do que a cronológica, evidenciando um grau de desgaste acima do esperado. Por essas razões, o VO2max hoje é considerado um dos mais importantes indicadores do risco para doenças cardiovasculares e de morte prematura.
O teste dos noruegueses informa a taxa real de VO2 max e a recomendada para a faixa etária e aponta a diferença entre a idade cronológica e a biológica. Também indica quanto a VO2max deve subir para que seja reduzida a chance de morte por doenças cardíacas em 20 anos. A maneira mais eficaz de melhorar o índice é se exercitar. “É a forma mais adequada de mudar a idade biológica”, diz Ulrik Wisloff, líder da Universidade da Noruega.
Outra forma de evitar o desgaste do corpo é cuidar para que o metabolismo funcione bem. “A partir da sua aceleração, é possível diminuir a idade biológica em dez a 15 anos”, explica o fisiologista Renato Alvarenga, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A nutricionista carioca Fernanda Padovani indica o consumo de alimentos como canela e gengibre, conhecidos por sua atuação no metabolismo. A chef de cozinha Caroline Borges, 37 anos, alia exercício e alimentação para apresentar um ótimo nível de condicionamento físico. “Pratico esporte e tenho ajuda de uma nutricionista. Minha idade biológica é ótima.”


PIPOCA DESACELERA ENVELHECIMENTO E CONTRIBUI PARA A PERDA DE PESO!

Chegou a hora da gente acrescentar pipoca ao cardápio!
Não só porque é deliciosa, mas também por trazer alguns benefícios à nossa saúde.
É verdade!
Pipoca não é só um gostoso lanche consumido durante as sessões de cinema.
Ela é um alimento cheio de virtudes:
1-Tem elevada quantidade de fibras. Ou seja, permite o funcionamento regular do intestino.
2-Contém grande quantidade de oxidantes – chega a ser o dobro da de frutas. Isso permite a prevenção de doenças degenerativas, como câncer e diabetes.
3-Desacelera o envelhecimento, pois tem antioxidantes que combatem os radicais livres que provocam a velhice.
4-Em quantidade moderada, pode contribuir para a perda de peso.
Esta é uma ótima notícia, não é mesmo?
Então, por que esperar uma sessão de cinema para aproveitar as maravilhas que a pipoca pode fornecer?
É só ter atenção para consumir moderadamente e assim, curtir o estouro de sabor e vantagens que o lanche oferece.
1 xícara de pipoca estourada equivale a meio pão francês ou uma fatia de pão de fôrma.
Mas fique atento!
Consumir pipocas de micro-ondas ou aquelas vendidas no cinema não é uma boa ideia.
Pipoca boa de verdade – saudável – é aquela feita na panela de casa, com pouco óleo e com sal e manteiga de forma moderada.
E de milho não transgênico, que geralmente é encontrado em lojas de alimentos saudáveis.

Segundo pesquisas, falar sozinho é uma característica marcante de pessoas inteligentes

Pessoas que falam sozinhas, muitas vezes podem ser confundidas com pessoas loucas. Se você vê alguém na rua falando sozinho, a primeira reação é pensar que ela consumiu algum tipo de droga ou está sob a influência de álcool. No entanto, essas pessoas podem ser verdadeiros gênios.
Pensar em voz alta ajuda a perceber o que você está pensando, porque dá sentido às coisas. E isso foi demonstrado em gênios reconhecidos como Albert Einstein: alguns de seus arquivos enfatizam que ele pensava muitas coisas em voz alta.
Um estudo feito pelos psicólogos Daniel Swigley e Gary Lupyan do “Quarterly Journal of Experimental Psychology” concluiu que falar o que está pensando é uma característica marcante de uma pessoa inteligente. Para chegar nessa conclusão, eles fizeram um experimento onde pediram para 20 pessoas procurarem em um supermercado uma fatia de pão ou uma maçã. Aqueles que se lembravam da palavra em voz alta sempre chegavam mais rápidos nos objetos.
Eles acreditam que isso acontece porque quando dizemos as coisas em voz alta, nós ajudamos a nossa memória a funcionar mais rápido e tornamos as coisas mais tangíveis. No entanto, eles salientam que este método só ajuda quando você sabe o que você precisa e se você estiver familiarizado com a aparência do objeto. Por que? Porque as propriedades visuais ativas do seu cérebro são a parte que lhe ajudam a encontrá-los. Por o outro lado, se você não sabe o que procura e falar isso em voz alta, você vai se confundir mais.

As pessoas aprendem como um bebê ou criança quando falam em voz alta. Elas precisam ouvir suas próprias vozes para aprenderem a usá-las. Os especialistas acrescentam que esta prática ajudar a organizar os pensamentos e acalmar os nervos. Você pode ser o seu próprio terapeuta desde que você verbalize os seus próprios problemas e ajude o seu cérebro a resolve-los .
Outra vantagem é que isso ajuda a cumprir os seus objetivos, porque você se concentrar mais e reforça a mensagem em seu cérebro, controlando suas emoções e distrações. Isso ajuda a colocar as coisas em perspectiva e motiva você a alcançá-los

Comer frutas e vegetais pode ser segredo de uma vida mais feliz, diz estudo


Comer frutas e vegetais é uma das dicas para uma dieta balanceada. Mas — quem diria — também pode ser um segredo para uma vida mais feliz. É o que diz uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, feita com 12 mil pessoas. O resultado mostra que os participantes que comiam, por dia, quatro porções de frutas e a mesma quantidade de vegetais demonstraram maior sensação de bem-estar.
— Algumas frutas e vegetais, como banana e lentilha, tem o l-triptofano, aminoácido produtor de serotonina, o “hormônio da felicidade”. Outros nutrientes, como vitaminas do complexo B e magnésio quelado, também ajudam a promover o bem-estar e relaxamento — diz a nutricionista Fernanda Faustino Ribeiro.
Outra possibilidade para o resultado é a presença de antioxidantes nesses vegetais.
— Ao aumentar a quantidade de antioxidantes na alimentação, diminuímos os processos inflamatórios, promovendo bem-estar e freando o envelhecimento precoce. Um exemplo é o açaí — sugere o nutricionista Leo Acro.




Para Fernanda, porém, as porções devem ser distribuídas ao longo do dia:
— Não aconselho salada de frutas a muitos pacientes, pois é uma “bomba” de frutose de alto índice glicêmico.
Suco não traz os mesmos benefícios
Para quem gosta de substituir a fruta pelo suco, atenção: o nutrólogo Hugo Coelho Neves alerta que a preparação não traz os benefícios:
— Ao prepararmos o suco, retiramos as fibras, responsáveis em controlar a absorção da frutose (açúcar da fruta) no intestino. Sem as fibras, ocorre uma rápida absorção da frutose e aumento da glicemia.
O médico também pondera o estudo e diz que o resultado não é a regra:
— O plano nutrológico depende da pessoa avaliada e de seus objetivos.

Desorganização atrapalha funcionamento do cérebro e provoca estresse


O fim de semana chega e é hora de tentar pôr ordem à bagunça acumulada durante toda a semana. Se essa tem sido sua rotina nos dias de folga — e mesmo assim, o problema parece nunca chegar ao fim —, melhor rever seus hábitos. Segundo especialistas, viver em meio à desorganização gera estresse e perda de tempo, o que interfere diretamente no bem-estar e na qualidade de vida.
Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, ser organizado facilita o trabalho do cérebro, pois permite que ele tenha previsibilidade para executar tarefas.
— Quando está tudo embaralhado e alguém procura algo, o cérebro gasta tempo e performance para achar o que se quer. Com isso, ele fica cansado e há queda de rendimento em atividades que exigem mais energia, como tomada de decisões, por exemplo — diz o médico. — Se o ambiente está arrumado, a pessoa já parte do meio do caminho. Isso traz tranquilidade, gera serotonina (neurotransmissor) e controla o bem-estar.








De acordo com a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, toda bagunça é resultado de uma procrastinação que, em geral, se deve a alguma insatisfação.
— Se as pessoas não estão felizes, elas ficam empurrando tudo com a barriga — afirma a especialista em comportamento humano.
Para as crianças, organização é fundamental para o aprendizado. Estudar em ambientes desarrumados dificulta a concentração em uma só tarefa, o que atrapalha a consolidação de informações no cérebro.
— Os pequenos pegam o exemplo dos pais. Não adianta dizer a eles para manter o quarto impecável se o resto da casa está bagunçado — diz Myriam Durante.